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Um blog comprometido com o resgate da cidadania."O aspecto mais importante do caráter de Cristo, foi sua confiança na grandeza da alma humana". É necessário enxergar a verdade sobre o mundo e sobre nós mesmos, ainda que ela nos incomode e nos seja desagradável.

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terça-feira, 29 de julho de 2014

Alberto Fraga reconhece a força da militância

fragaAlberto Fraga (DEM) reconheceu o força da militância durante lançamento oficial da campanha para deputado federal. O candidato fez questão de lembrar que o grupo possibilitou que ele obtivesse mais de 500 mil votos nas últimas eleições. A militância acompanha Alberto Fraga desde a primeira campanha, em 1997. O evento reuniu cerca de 500 pessoas e aconteceu no comitê central do candidato, na Setor Habitacional Vicente Pires.

José Roberto Arruda (PR), candidato a governador, participou do evento e emocionou aos presentes com o seu discurso. “Passei por muitas dificuldades e Fraga sempre esteve ao meu lado. Obrigado por estar comigo nos momentos bons, mas obrigado por estar comigo nos momentos que mais precisei. E agora, juntos novamente, vamos reconstruir o nosso sonho”, disse. Arruda também lembrou o período em que o amigo esteve à frente da secretária de Transportes. Fraga congelou as tarifas de ônibus, inaugurou cinco novas estações do metrô e aumentou a malha viária do DF.

A cobradora de ônibus, Elenilda Sousa, esteve no lançamento e fez questão de elogiar os projetos e propostas do candidato. A cobradora lembrou que a criminalidade está aumentando até dentro dos ônibus e que é preciso tomar alguma providência para conter o avanço da violência. Dados divulgados pela secretaria de Segurança Pública do DF, confirmam o que Elenilda tem sentindo nas ruas. O relatório apontou que em janeiro deste ano o número de assassinatos, por exemplo, teve um aumento de 38% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O senador, Gim Argello (PTB), candidato à reeleição também foi prestigiar o candidato do Democratas. ”Fraga é um dos maiores especialistas em segurança pública que conheço. Ele é a pessoa certa para cuidar da segurança da nossa cidade”, afirmou Gim. “Me sinto muito à vontade nesse ambiente tão agradável e motivador. Vamos para rua. Essa caminhada começa hoje e só termina no dia 05 de outubro”, encerrou Alberto Fraga.

Fonte: by Sandro Gianelli.

Sem W.O 'Henrique Eduardo Alves'

Nas eleições passadas o então líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves, já havia desenhado o caminho para sentar-se na cadeira de presidente da Câmara dos Deputados e por isso ficou longe de confusões. 
 
Agora candidato ao governo do Rio Grande do Norte, o atual presidente da Câmara pediu neutralidade a presidente Dilma Rousseff nos palanques onde a presidente tem aliados nas disputas pelos governos. 
 
Henrique pensava que poderia ganhar por W.O, mas, vê dia a dia aliados migrando para o palanque adversário. 
 
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Joaquim Barbosa marca eleição do novo presidente do STF para próxima sexta


O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, marcou para a próxima sexta-feira (1º) a eleição do novo presidente da Corte. No início de julho, o atual presidente enviou ao Ministério da Justiça seu pedido de aposentadoria e, dias depois, resolveu adiar a saída do cargo para agosto.


Em comunicado, divulgado nesta segunda-feira (28) no Diário da Justiça Eletrônico, Barbosa afirma que o processo administrativo de seu pedido de aposentadoria está em fase final de tramitação e que, quando deixar o cargo, seu mandato, que iria até novembro deste ano, também será encerrado.

"Como já é de conhecimento geral, encontra-se em fase final de tramitação o processo administrativo que culminará na minha aposentadoria do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Como consequência do ato de aposentadoria expirará antecipadamente o atual mandato de presidente desta Corte.Nesse contexto, com base no artigo 12 e parágrafos do regimento interno, fixo como data para a eleição dos novos presidente e do vice-presidente a da sessão a ser realizada no dia 01/8/2014."

O resultado da eleição no Supremo já é esperado, uma vez que a sucessão do comando segue a ordem da antiguidade – os ministros escolhem o mais antigo integrante do tribunal e o segundo mais antigo passa a ser o vice.

De acordo com o critério, o atual vice-presidente, ministro Ricardo Lewandowski, deverá ser eleito o próximo presidente e ter como vice, a ministra Cármen Lúcia.

A sessão marcada para a próxima sexta-feira também marca a retomada das atividades do Poder Judiciário após um mês de recesso e deve ser a última com a presença de Joaquim Barbosa na Corte. 

Despedida no começo de julho

No começo de julho, Barbosa disse que se aposentará "de alma leve" e que não tem interesse em ingressar na vida política.

Barbosa deixou a sessão antes do fim sem fazer pronunciamento de despedida no plenário. "Não gosto de homenagens", justificou.

Ele afirmou que não vai sugerir indicação de substituto à presidente Dilma Rousseff, mas disse esperar que o novo ministro seja "um bom estadista".

O ministro afirmou a jornalistas que sai com a sensação do "cumprimento do dever". "Saio absolutamente tranquilo, como eu disse, com a alma leve, e aquilo que é fundamental para mim: o cumprimento do dever", declarou.

Perguntado se seguiria carreira política depois da aposentadoria, Barbosa disse que acha "pouco provável", mas que depois que sair do cargo será "cidadão livre".

"A partir do dia em que for publicado o decreto da minha aposentadoria, exoneração, serei um cidadão como outro qualquer, absolutamente livre para tomar as posições que eu entender necessárias e apropriadas no momento devido. [...] A política não tem na minha vida essa importância toda, a não ser como objeto de estudos e de reflexões. [...] Eu não tenho esse apreço todo pela 'politiciénne', essa política do dia a dia. Isso não tem grande interesse para mim", declarou.

Confira a íntegra do comunicado sobre a eleição:

"PRESIDÊNCIA

FIXAÇÃO DE DATA PARA ELEIÇÃO DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Como já é de conhecimento geral, encontra-se em fase final de tramitação o processo administrativo que culminará na minha aposentadoria do cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Como consequência do ato de aposentadoria expirará antecipadamente o atual mandato de Presidente desta Corte.

Nesse contexto, com base no artigo 12 e parágrafos do Regimento Interno, fixo como data para a eleição dos novos Presidente e do Vice-Presidente a da sessão a ser realizada no dia 01/08/2014.

Ministro JOAQUIM BARBOSA

Presidente"

Fonte: G1

Questão de tempo 'Partido dos Trabalhadores'

Para os tucanos é questão de tempo vir a tona algum escorregão petista na disputa pelo Palácio do Planalto.

Afinal, tem todas as eleições o PT é especialista em manobras alopradas e desta vez o tucanato espera que não seja diferente.

Corre a boca pequena que, João Vaccari Neto, tesoureiro do Partido dos Trabalhadores pode virar alvo devido a suas ligações com fundo de pensão.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Skaf na mira 'Dilma Rousseff'

A ira petista em São Paulo já tem um alvo certo. Há quem interprete a fala do coordenador geral da campanha da presidente Dilma Rousseff em São Paulo, Luis Marinho como uma ameaça direta ao candidato peemedebista ao Palácio dos Bandeirantes, Paulo Skaf.

Marinho declarou que Paulo Skaf “vai arcar com as consequências” se não apoiar Dilma. Para bom entendedor, as palavras do petista não ajudam em nada e a ameaça pode fazer com que o PMDB paulista, que há muito tempo caminhava sem o PT, queira continuar sozinho. Pior para Dilma, que tem de carregar nos ombros a combalida campanha de Alexandre Padilha. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Carta explosiva 'Banco Santander'


Para petista de alta patente, o caso do Banco Santander foi a confirmação cabal para a teoria de que setores da economia estavam trabalhando para enfraquecer a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Ainda não se pode avaliar o tamanho do estrago na imagem da presidente, mas a correspondência era justamente para clientes “select”, que ganham mais de R$ 10 mil mensalmente, faixa etária de grande crescimento da candidatura do tucano Aécio Neves.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Dilma admite efeitos de crise financeira: 'Todos nós erramos'

Em sabatina, presidente-candidata culpou cenário internacional por desempenho fraco da economia brasileira. Ela também disse que houve

A presidente-candidata Dilma Rousseff em sabatina UOL/Folha/SBT/Jovem Pan: "Minimizamos os efeitos da crise sobre a economia brasileira"

A presidente-candidata Dilma Rousseff admitiu nesta segunda-feira que o Brasil sofre os efeitos da crise financeira internacional e afirmou que a avaliação do então presidente Lula, que se referiu à turbulência como "marolinha", foi equivocada. "Todos nós erramos, sabe por quê? Porque a gente não tinha ideia do grau de descontrole que o sistema financeiro internacional tinha atingido", disse ela. Dilma participou de sabatina promovida pela Folha de S. Paulo, pelo UOL, SBT e pela rádio Jovem Pan.

"Nós minimizamos os efeitos da crise sobre a economia brasileira", disse a presidente, quando tentava explicar os números acanhados do crescimento econômico em seu governo. Ela também afirmou que "nenhum país se recuperou" até agora.

Mensalão – Durante a sabatina, que durou cerca de uma hora e meia, Dilma também respondeu sobre o episódio do mensalão e, apesar de dizer que não comenta decisões judiciais, afirmou que falta critério à Justiça. "Nessa história da relação com o PT, tem dois pesos e umas dezenove medidas, porque o mensalão foi investigado, agora o mensalão mineiro, não", afirmou ela, esquecendo-se que o valerioduto mineiro foi investigado, porém ainda não foi julgado porque o processo mudou de instância no Judiciário. "No nosso caso, tomamos todas as providências. Nós não tivemos nenhum processo de interromper a Justiça, não pressionamos juiz, não falamos com procurador, não engavetamos processo", continuou.

Ainda falando sobre corrupção, Dilma admitiu que, para atender a um pedido do PR, trocou o ministro dos Transportes, César Borges, por Paulo Sérgio Passos – que ela havia demitido do mesmo ministério em 2011, em meio a denúncias de desvio de recursos.  Dilma negou, entretanto, que o episódio tenha caracterizado chantagem em troca do apoio do PR nas eleições – e dos minutos do partido na propaganda eleitoral na TV. "Eu me sentiria chantageada se eu colocasse no Ministério dos Transportes uma pessoa na qual eu não confio e que não conheço", disse.

A petista também se enrolou ao comentar por que voltou a se aliar a Carlos Lupi, demitido do cargo de ministro do Trabalho após recomendação do Comitê de Ética Pública da própria Presidência. "Não vou concordar em chamar o ex-ministro Lupi de um cara que fez malfeitos. O ministério pode ter cometido falhas administrativas que vários ministérios, nem um, nem dois, nem três...", declarou, sem completar a frase.

No final, Dilma cometeu uma gafe e tentou corrigi-la a tempo: tentando explicar a mania de guardar dinheiro vivo em casa (152.000 reais, segundo a declaração entregue ao Tribunal Superior Eleitoral). Ela lembrou os tempos em que foi perseguida pela ditadura, mas não conseguiu apresentar uma explicação convincente: "Tenho essa mania com esses meus 150.000 reais que não vou mudar". Um dos entrevistadores afirmou que, se investisse esse montante na poupança, Dilma ganharia pelo menos 10.000 reais por ano. Dilma respondeu: "O que que é 10.000?". Segundos depois, ela percebeu o potencial negativo da frase e emendou: "Eu acho que 10.000 são muito, eu não jogo fora nenhum dinheiro".

Fonte: Por Gabriel Castro de Brasília - Revista VEJA.

Eleições: Dono de 'comitê voluntário' do PSB diz que esperava ser pago por apoio

Campos e Marina, em visita à casa eleitoral oferecida por Edivaldo (de camisa listrada), em Osasco. 

A inauguração de um comitê voluntário da campanha de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República nesta segunda-feira (28) se tornou um constrangimento para Marina Silva, vice na chapa do pessebista ao Palácio do Planalto.

Proprietário da casa em Osasco, na Grande São Paulo, que abrigou a estrutura, Edivaldo Manoel Sevino indicou que houve promessa de pagamento em dinheiro em troca do apoio político, o que foi negado pela ex-senadora.

Durante gravação feita pela equipe de Marina, que deveria ser usada nos sites e redes sociais da campanha, Edivaldo foi questionado por um dos assessores da ex-senadora sobre o que foi dito para convencê-lo a fazer de sua residência uma chamada "Casa de Eduardo e Marina". "Pode falar?", perguntou. Encorajado, disparou: "Me prometeram unzinho". E sorriu, completando a frase com um gesto com a mão que indicava a expectativa de receber dinheiro.

Defensora do engajamento político espontâneo e das casas "autorais", Marina pareceu atônita ao ser informada por Nilson Oliveira, seu assessor de imprensa, sobre a declaração de Edivaldo. "Isso é muito grave", afirmou antes de entrar no carro e seguir para o próximo compromisso.

Questionada momentos depois por jornalistas sobre a repercussão da filmagem, Marina afirmou que desconhecia o fato, argumentando que a gravação tinha sido feita, inclusive, pela sua equipe de campanha. "Não trabalho dessa forma, nunca fizemos esse tipo de coisa e isso nem pode, de acordo com a lei", disse Marina.

A ex-senadora afirmou ainda que havia ficado "emocionada" ao saber que Edivaldo e sua mulher, Maria da Paixão, tinham deixado de ganhar um dia de trabalho para recebê-la junto com Campos em casa. Logo após a inauguração, o candidato à Presidência deixou Osasco para uma gravação de seu programa eleitoral, e não estava presente no momento da declaração de Edivaldo.

Segundo a ex-senadora, se houver qualquer expectativa de recebimento de dinheiro, "essa é um expectativa frustrada". "Não tem a possibilidade disso ter acolhimento da nossa campanha", concluiu.

Em uma comunidade do bairro Jardim Aliança, em Osasco, a casa de três cômodos em que Edivaldo mora com a mulher e dois filhos foi escolhida, segundo ele, por José Ângelo da Silva, conhecido como Pernambuco, para funcionar como um ponto de apoio à campanha do PSB à Presidência. "Não tinha espaço na minha", explicou Pernambuco.

Amigo de Edivaldo, José Ângelo da Silva diz trabalhar na campanha de Reinaldo Mota (PSB) a deputado estadual. Mota desmente e diz que conhece Pernambuco da campanha de 2012, quando foram candidatos a prefeito e vereador, respectivamente. Segundo o aliado de Marina, a promessa de dinheiro para os moradores "não procede".

A ex-senadora pediu a Mota e a sua assessoria que apure se realmente houve alguma promessa de dinheiro para Edivaldo receber o comitê voluntário.

Fonte: Por Marina Dias - Portal UOL.

De mal a pior 'Alexandre Padilha'

A situação do petista Alexandre Padilha na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes é tão periclitante que os companheiros tiveram que pedir ajuda ao marqueteiro João Santana, que é o mesmo da presidente Dilma, para fazer com que a campanha da presidente, ajudasse a bancar parte dos investimentos da campanha do companheiro em São Paulo. 

Para piorar o cenário, a militância já da como certa a criação de um comitê suprapartidário de prefeitos paulistas apoiando a presidente. 

Com isso, Dilma descola da imagem de Alexandre Padilha, que patina nos 4% de intenções de voto. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Chovendo no molhado 'Lula'

O mensalão, os atuais índices inflacionários, os gastos com a Copa do Mundo foram suficientes para o desgaste da imagem do Partido dos Trabalhadores. 

O ex-presidente Lula, finalmente enxergou que o PT precisa mudar urgentemente, pois está visível a rejeição ao partido e a maneira de conduzir a política e economia. Lula já demonstrou preocupação com o mercado, afinal o empresariado sinalizou estar cansado e as últimas notícias de extorsão sofrida por empresários deixam a classe ainda mais longe do Partido dos Trabalhadores.

A exemplo do que acontece no Ministério dos Transportes, onde vira e mexe sempre é palco de falcatruas e escândalos de corrupção. De escândalo em escândalo o PT paga o preço por alianças que dão mais trabalho do que segurança a governabilidade. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Mal na foto 'Lindberg Farias'

O petista candidato ao Palácio da Guanabara, Lindberg Farias, deu de ombro para o jantar da presidente Dilma Rousseff com o peemedebista e adversário, Luíz Fernando Pezão.

Lindberg quer mesmo é pedir votos ao lado do ex-presidente Lula e declarou que não era bom para Dilma desfilar ao lado do peemedebista alvo de manifestações desde junho passado. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Pitiman comemora números


Na pesquisa que o blog teve acesso, com exclusividade, realizada pelo Instituto Axiomas Brasil, que foi registrada no TRE/DF sob o número DF-00018/2014, um candidato quem tem muito a comemorar é o tucano Luiz Pitiman, que viu as suas intenções mais que dobrarem. Nos levantamentos anteriores, o candidato aparecia atrás de Toninho do Psol, e, hoje o tucano tem quase o dobro das intenções de voto de Toninho.

Os números vão além, e mostram que o candidato ainda está tecnicamente empatado com o terceiro colocado, Rodrigo Rollemberg (PSB), que estacionou na casa dos 10%.

Vitória dupla

São dados que devem ser apreciados pelos estrategistas que cercam Luiz Pitiman e mostram que o candidato tem muito a crescer, levando em conta que os seus concorrentes não cresceram e pelo jeito vão variar nessa margem.

O tucanato ainda tem o fator Aécio Neves, que deve dar ainda mais gás à campanha de Pitiman. Sem contar a instabilidade jurídica de Arruda, que também pode beneficiar Pitiman. "Minha campanha está tendo ótima receptividade nas ruas e o resultado está aí," comentou o candidato tucano.

Para Pitiman, ainda há mais espaço para o crescimento. "Estamos confiantes que o nosso nome vá constar no segundo turno," revelou o otimista candidato. Em breve, outros institutos divulgarão suas pesquisas, e só assim teremos a noção real de crescimento do candidato.

Os seus adversários pressentem o perigo, e um dos que mais atacam Luiz Pitiman é o candidato Rodrigo Rollemberg, justamente um dos nomes que brigam para ser a terceira via. Luiz Pitiman é conhecido por ser uma espécie de político trator em suas ações. Se quer chegar ao segundo uma dos primeiros que ele terá que “tratorar” é Rollemberg, para sonhar alto. Se os números estiveram certos a hora é agora.

O Instituto Axiomas Brasil entrevistou 2 mil pessoas em todo o Distrito Federal e margem de erro é de 2,8%. De acordo com a empresa o intervalo de confiança é de 95%.

Arruda (PR) 32,4

Agnelo (PT) 19,1

Rollemberg (PSB) 10,8

Luiz Pitiman (PSDB) 8,3

Toninho do Psol 4,7

Perci Marrara (PCO) 2,4

Brancos e Nulos 10,3

Não Sabem e Não souberam responder - 12,0

Fonte: Odir Ribeiro.

Candidatos podem usar faixas nas ruas, desde que fique dentro da lei

placas cavaletes faixas campanhaDesde o início da campanha eleitoral, em 6 de julho, até agora, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal já recebeu 307 denúncias de propagandas irregulares em todo o território. O dado não significa que necessariamente todos os casos se confirmam como divulgação inadequada, mas demonstra que o eleitor está atento ao comportamento daqueles que pleiteiam uma vaga como representantes do povo. Assim, além de apresentar ficha limpa, será preciso também manter a cidade livre de santinhos e panfletos que costumam ficar espalhados pelas ruas durante o período. No entanto, um problema que já se vê pelas vias de algumas cidades do DF são os cavaletes colocados em local inadequado, prejudicando, dessa forma, a visibilidade dos motoristas.

Em Samambaia, por exemplo, é possível ver vários cavaletes espalhados pelas ruas, mas os que mais prejudicam a vida do motorista da região são aqueles expostos em balões. “Atrapalha dirigir. Estamos concentrados na direção, perdemos a visão e ainda nos distraímos para olhar”, contou o brigadista Robson Guedes, 40 anos. Para ele, existem outras formas de divulgação eficientes. “Apenas ver o rosto do candidato não vai me dizer nada sobre ele. Devem aproveitar os horários eleitorais e caminhadas para se apresentarem à população”, completou o brigadista.

O reduzido tempo de exposição na tevê e no rádio, principalmente no caso dos candidatos a cargos proporcionais, faz com que papel e cartaz sejam a estratégia mais utilizada para comunicar as propostas. “A eleição para deputados distritais e federais é mais difusa e eles (os candidatos) têm menos tempo de tevê, o que os torna mais dependentes desse tipo de material”, explica o procurador regional eleitoral do DF, Elton Ghersel. Se o Tribunal Regional Eleitoral verifica que a propaganda se configura como irregular, o responsável tem 48 horas para se readequar. Vencido o prazo, o material é recolhido e, a partir daí, o Ministério Público Eleitoral abre representação para investigar o caso.

A participação da comunidade no processo de identificação de divulgações irregulares — em especial, dos cavaletes — é muito importante, na avaliação de Ghersel. “Nós podemos agir se recebermos a informação, por isso, pedimos que o eleitor envie, com a denúncia, fotos com o máximo de elementos que possam localizar onde a placa, a faixa ou o cavalete estão”, informa. Ainda que sejam visualmente irritantes, os materiais de divulgação de campanha não podem ser retirados pelos cidadãos. “Muitas vezes, a placa está regular e o eleitor a retira por considerar que ela infringe a lei. Ele comete uma infração porque fere o direito do candidato de fazer propaganda. Além disso, mesmo que esteja irregular, a lei prevê um prazo de 48 horas para regularização”, pondera o juiz coordenador de organização e fiscalização da propaganda eleitoral do TRE-DF, Carlos Alberto Martins Filho. A retirada cabe ao TRE, em parceria com funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). 

Gastos com os santinhos 

No pleito deste ano, as características do material de divulgação impresso devem mudar. A expectativa é de substituição dos santinhos por fôlderes, folhetos e livretos, que têm um padrão de qualidade superior e, consequentemente, são mais caros. A alteração ocorre em razão das imposições feitas pela Justiça Eleitoral à propaganda impressa, na avaliação do superintendente do Sindicato das Indústrias Gráficas do DF, Antônio Carlos Navarro. “A alteração no custo das campanhas vai ocorrer, pois são materiais mais caros. Para a indústria, não se altera tanto, pois antes se produziam santinhos em larga escala, porém mais baratos. Agora, os produtos têm menos tiragem, mas são mais elaborados”, avalia. A campanha não significa aumento no faturamento para o setor, pois apenas 10% das indústrias gráficas do DF trabalharão com a campanha. “São cerca de 40 ou 50 empresas das 648 que temos filiadas”, conta.

Por ser um recurso palpável, o produto impresso pode ser até mesmo um meio de o eleitor cobrar do candidato em que votou a concretização da plataforma política. “A mídia impressa é perene, que fica permanentemente com o cidadão. Ele pode consultar o material no futuro e avaliar se o candidato cumpriu o que prometeu”, destaca Navarro. Para o servidor público Valdecir Silva, 55 anos, o uso dos santinhos é válido. “O candidato pode colocar um pouco das propostas dele naquele pedaço de papel, só acho uma falta de respeito ficar aquela sujeira no dia da eleição. O santinho tem que ser usado de maneira legal”, opinou.

Fonte: Correio Braziliense / 

Chances de derrota de Dilma são de 60%, diz consultoria

Segundo analistas, elementos indicam maior chance de vitória da oposição


São Paulo - A MCM Consultores passou a atribuir uma probabilidade de 60% de derrota de Dilma Rousseff na eleição presidencial em outubro. Desde abril, a consultoria trabalhava com um cenário de probabilidade equivalente à reeleição e à vitória da oposição. Hoje, os analistas da MCM rebaixaram as chances da presidente e agora trabalham com uma probabilidade de 60% a 40% contra a reeleição.

“Não estamos declarando taxativamente, é bom esclarecer, que a presidente Dilma não se reelegerá. Longe disso. É muito cedo. A campanha ainda nem começou efetivamente”, escreveram os analistas da MCM na nota enviada a clientes. “Contudo, a nosso juízo, já existem elementos suficientes para atribuir mais probabilidade de vitória à oposição do que à candidatura governista.”

Segundo a MCM, as últimas pesquisas Datafolha e Ibope representaram um ponto de virada (“turning point”) para o novo cenário, agora desfavorável à reeleição. “Ambas mostraram continuidade na tendência de encurtamento da vantagem de Dilma frente a Aécio Neves e Eduardo Campos no segundo turno e aumento da diferença entre a rejeição à presidente e aos candidatos de oposição”, afirmaram os analistas.

Além das pesquisas, destacou a MCM, a mudança de cenário também levou em conta a piora do quadro econômico, “sintetizado pelo resultado decepcionante do último Caged (abertura de apenas 25 mil vagas de trabalho em junho), os sinais de forte rejeição ao PT no Sudeste – de maneira mais acentuada em São Paulo -, e a baixa competitividade das candidaturas petistas nos estados mais importantes do País, excetuando-se Minas Gerais, onde Fernando Pimentel lidera as pesquisas”. 

Fonte: Fabio Alves - Agência Estado / Diário do Poder.

Duda veta Dilma para dar o troco em João Santana

Duda Mendonça convence Skaf a negar palanque a Dilma em São Paulo

 
Em uma briga que remonta ao escândalo do mensalão, o marqueteiro Duda Mendonça convenceu o candidato Paulo Skaf (PMDB/SP) a vetar a presidente Dilma em seu palanque para dar o troco no arqui inimigo João Santana, queridinho da presidenciável petista. Duda, que ajudou Santana no passado a se inserir no núcleo do PT, não perdoa o ex-colega por ter aproveitado o desgaste do mensalão para tomar o seu lugar no governo.

Santana foi apresentado ao PT por Duda e acabou convidado por Antônio Palocci para a equipe de campanha que reelegeu Lula após o mensalão.

Homem de confiança de Dilma, Santana é o responsável pela campanha ao governo do petista Alexandre Padilha (SP), que não sai do lugar.

O vice-presidente Michel Temer prometeu ao Planalto que irá reverter o veto de Paulo Skaf à presidenta Dilma Rousseff. O difícil é Duda Mendonça deixar.

Não surpreenderá a ninguém se Duda Mendonça e Franklin Martins se unirem para dar uma lição em João Santana, a quem consideram “muito arrogante”.

domingo, 27 de julho de 2014

Do Alto da Torre


Assistência psicológica

Caminhando em campanha pelo Araponga, o ex-governador José Roberto Arruda (foto) foi abordado por um sargento da Polícia Militar. Queria fazer uma sugestão. Achava que o governo deveria criar em todos os quartéis do Distrito Federal um serviço de atendimento de emergência aos policiais. Não se trataria apenas de assistência médica, mas principalmente de amparo psicológico. Quando o policial sofrer um acidente, se envolver em confronto, for levado a disparar um tiro, sofrer pressão, ou seja, em casos fora do padrão, poderia receber ajuda psicológica. Arruda adorou a ideia. Mandou incorporá-la imediatamente a seu programa de governo.

Com o sonho de consumo

Ser presidente de partido tem lá suas vantagens. O deputado Roberto Policarpo concorrerá à reeleição com o mais cobiçado número do partido, o 1313. Na eleição passada, o número ficou com o mais antigo integrante da bancada, Geraldo Magela, que o deixou vago ao disputar o Senado. A propósito, o lançamento formal da candidatura de Policarpo ocorre hoje, com direito a presença do governador Agnelo Queiroz.

Nada de caminhadas

Ganha uma caixa de bombons Sonho de Valsa quem encontrar o vice-governador Tadeu Filippelli em uma visita, caminhada ou comício da campanha pela reeleição. Filippelli chegou a confirmar presença nas ações dos dois últimos dias. Não apareceu.

Militâncias à beira de um ataque de nervos

À espera da passeata que o governador Agnelo Queiroz faria em Sobradinho, enfrentaram-se as militâncias dos candidatos a distrital Doutor Michel, do PP, e Ricardo Vale, do PT. Embora pertençam à mesma coligação, a PP/PT, os dois disputam voto a voto o eleitorado da cidade, reduto de ambos. Com faixas, bandeiras e muita gritaria, as duas militâncias gritavam slogans, trocavam provocações e vaiavam uma à outra. Tudo, diga-se de passagem, de forma muito civilizada, sem violências ou confrontos. Até que Agnelo chegou. A turma de Ricardo Vale acompanhou o governador. A de Doutor Michel foi-se embora.

Chance perdida de calar a boca

Prevalece no comitê de campanha do senador Rodrigo Rollemberg a sensação de que a turma da ex-ministra Marina Silva perdeu uma ótima oportunidade de calar o bico. Pegou mal, mas muito mal mesmo a divulgação, pela Rede, do nome dos quatro candidatos a senador comprometidos com seus militantes. Entre eles estão Heloísa Helena, do PSOL, e o brasiliense José Antônio Reguffe, do PDT. Fica no ar a ideia de que, caso eleitos, deixarão suas legendas originais e correrão para a Rede assim que ela consiga formalizar sua criação como partido. Por isso mesmo pode virar pretexto para medidas dos próprios partidos contra suas candidaturas.

Pela soltura dos vândalos

A propósito, a Rede brasiliense divulgou ontem uma nota em que condena “prisões arbitrárias” e em que avisa: “não podemos tolerar retrocessos ou cerceamento de direitos democráticos históricos, como da liberdade de manifestação”. Ao mesmo tempo, critica “os atos inconsequentes de depredação do patrimônio público que afastam os cidadãos das ruas”. A confusão permite supor que a Rede espera que não se prendam os vândalos e que, por uma súbita inspiração divina, eles deixem de depredar e agredir.

Faroeste caboclo 1

Criou-se um clima de faroeste no Taquari. Seu ponto mais visível é o roubo a residências. Só na última terça-feira foram oito assaltos a casas, todos eles com bandidos armados que fizeram os moradores de reféns e levaram tudo o que conseguiram carregar. Existem rondas policiais, mas os criminosos escondem-se em matagais, inclusive no que seria a praça central do bairro. A coisa está tão grave que os moradores estão se organizando em grupos para se ajudarem em ações preventivas e para trocar informações.

Faroeste caboclo 2

Um dos pontos críticos é a via que liga o Taquari ao Varjão, eventualmente usada para chegar-se ao Lago Norte ou ao Paranoá. Esburacada e cheia de curvas, o que exige baixa velocidade, a pista se tornou o paraíso de assaltantes, que atacam de moto.

Retorno após 16 anos

Morador de Brasília por longo tempo, após dois mandatos por Roraima — o último terminou em 1998 e não foi mais reeleito — retornou ao plenário o ex-senador Odacir Soares. Chegou até a discursar, embora o Congresso esteja em pleno recesso branco. Havia três senadores no plenário. Após cumprir seus mandatos pelo DEM, está agora no PP e, como registrou na tribuna, Odacir Soares substitui o presidente regional do partido, Ivo Cassol, que se licenciou para participar da campanha no estado. Odacir é o segundo suplente.

Toda a família

Ivo Cassol tem bons motivos para se esforçar na campanha. A candidata a governadora do PP, embora registrada pelo PR, é Jaqueline Cassol, sua irmã. Quem disputa o Senado pelo partido é Ivone Mezzomo Cassol, mulher de Ivo. O próprio senador foi cassado pelo Supremo Tribunal Federal após ser considerado culpado do crime de fraude a licitações ocorridas quando ele foi prefeito. Continua no mandato — que em tese vai até 2019 — porque o Senado ainda não procedeu a seu julgamento.

Fonte: Informações Eduardo Britto, Do Alto da Torre - Jornal de Brasília.

Ficha suja 'Eurípedes Junior'

Com a ascensão do presidente nacional do PROS, Eurípedes Junior, como interlocutor oficial da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto com o segmento evangélico, o Partido dos Trabalhadores oficializou a entrada de um ficha suja no núcleo da campanha petista.

Eurípedes teve o aval dos ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Relações Institucionais). É bom lembrar que dia 31 Dilma Rousseff se fará presente à inauguração do Templo de Salomão de Edir Macedo em São Paulo quando receberá uma oração de 318 pastores da Universal

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Candidatos do DF: pobres e ricos atrás de votos

Há os que possuem patrimônios milionários e aqueles com só R$ 1 mil no banco
 
paulororiz2014
Paulo Roriz
Na lista dos 1.531 candidatos do DF a uma vaga na Câmara Legislativa ou na Câmara dos Deputados pelo Distrito Federal há desde milionários até pessoas que não contam com qualquer patrimônio.

Enquanto pelo menos 10% deles têm patrimônios significativos, chegando a mais de R$ 7 ou 8 milhões, outros afirmam não contar com absolutamente nenhuma posse, seja imóvel, carro ou poupança. Há quem tenha informado apenas o que guarda na caderneta. Mas a relação inclui também milionários, com fazendas, imóveis de luxo e dinheiro vivo em casa.

Na lista dos candidatos mais ricos estão nomes de velhos conhecidos dos brasilienses, como as filhas do ex-governador Joaquim Roriz, Jaqueline Roriz (PMN) e Liliane Roriz (PRTB). Além delas, os postulantes ao cargo de deputado federal Izalci Lucas (PSDB) e Eliana Pedrosa (PPS) possuem patrimônios que somam, respectivamente, R$ 8,9 milhões e R$ 7 milhões.

“O patrimônio que eu declarei ao TSE é o mesmo declarado no meu imposto de renda. Não vejo demérito nenhum nisso. Aliás, demérito é você ter um patrimônio e não informar”, afirma Izalci.

Normal

Para o parlamentar, entretanto, seus bens não são motivo para ser visto como um “deputado milionário”. Ao contrário, ele considera que tem um patrimônio normal. “Conquistei tudo o que tenho muito antes da política. Não quero, não gostaria de ser visto pelos eleitores como um milionário. Ralei muito para ter o que tenho”, explica.

No elenco de pretendentes a uma vaga de distrital com patrimônio alto constam outros nomes familiares, casos de Agaciel Maia (PTC) e Cristiano Araújo (PTB), que buscam à reeleição. De todos, o que declara renda mais alta é Paulo Roriz (PP) que tem mais R$ 6 milhões em imóveis, terras, carros e aplicações. Em seguida, vem Agaciel com R$ 5 milhões de patrimônio, a maioria em propriedades rurais.

“Construí meu patrimônio com muito trabalho, ao longo de mais de 35 anos. Parte do que tenho também é fruto da herança deixada por minha mãe”, afirma Paulo Roriz.

É o que está na poupança

Já entre os candidatos a distrital que alegam não possuir bens está Ademilton Pavão (PEN). Foi um dos poucos que declararam alguma renda. O postulante afirma ter exatamente R$ 1.158,73 guardados em uma poupança. Morador do Guará, ele se declara uma pessoa simples, que ainda paga prestações do carro financiado. “De fato, o patrimônio declarado procede de acordo com o que tenho em minha conta-poupança”, afirma.

O possui a menor renda é Rodrigo Germano Delmasso Martins (PTN). Em 2010 ele tentou a eleição e recebeu mais de 6 mil votos, conquistando a 1ª suplência de deputado distrital. Durante o mandato de Agnelo Queiroz (PT) chegou a assumir a Subsecretaria de Programas e Projetos Especiais da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF. Assim como naquele ano, novamente ele afirmou ao TSE ter R$ 1.250.

Não são atuais

De acordo com a lei eleitoral, os candidatos a qualquer cargo devem entregar declarações do patrimônio assinadas por eles mesmos, porém não existe qualquer obrigatoriedade de os valores serem atuais. Dessa forma, o que o candidato oferece ao tribunal, e consequentemente ao eleitor, baseia-se em sua declaração de Imposto de Renda, na qual os custos dos bens são os registrados na compra, o que pode ter acontecido há anos.

O Jornal de Brasília tentou contato com os candidatos citados ao longo da matéria, mas alguns não foram encontrados até o fechamento desta edição.

Ponto de vista

Para o cientista político David Fleischer, os patrimônios declarados, na realidade, podem ser muito maiores. “O que a gente sabe é que os valores informados nem sempre são aqueles que correspondem à realidade dos candidatos”, diz. De acordo com ele, além disso, candidaturas muito “simples”, na maioria das vezes, possuem grandes patrocinadores por trás. “É o que chamamos de testas de ferro”, lembra. Ele diz que não declarar tudo o que possui é, na verdade, estratégia do candidato de não exteriorizar a capacidade econômica e não aparecer como rico perante o eleitor.

Fonte:  Jornal de Brasília - Carla Rodrigues / Postado por: Donny Silva.