O governador Agnelo no inicio do mandato disse que resolveria os problemas do transporte público e abriria licitações para novas linhas de ônibus a fim de melhorar o transporte de massa, retirando ônibus velhos e barulhentos que maltratam usuários, motoristas e cobradores.Não conseguindo realizar suas promessas, resolveu investir no transporte individual, por exemplo, isenção do IPVA para veículos novos e agora pretende licitar o subterrâneo da Esplanada dos ministérios para que empresas privadas construam e façam exploração do local, porém este tipo de parceria conhecida como pública privada costuma consumir muito mais o dinheiro público que o privado.Porque não fazer parcerias públicas privadas para construção de novas linhas do metrô?
Porque não foram realizadas as licitações para linhas de ônibus?
Porque só quem tem carro é beneficiado?
O GDF, esta indo na contra mão de vários países que tiveram sucesso na implantação dos transportes em massa algumas soluções criativas e sem demandar fortes investimentos como é o caso de:
Bogotá, corredores de ônibus cortam a cidade em várias direções dando fluidez ao transporte coletivo.
Japão, a integração do metrô com os trens em linhas inteligentes e operação pontual, reduziu substancialmente o problema que fazia Tóquio ser uma referência mundial na poluição urbana, até algumas décadas atrás.
Em 2007, o mundo atingiu a marca espantosa de 1 bilhão de veículos. Em Los Angeles já existem mais automóveis do que habitantes. Nos países que compõem o grupo conhecido como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a previsão é de que até 2013, haverá mais carros do que a quantidade somada dos americanos e europeus, em uma reversão extraordinária da ordem mundial.
Nessa esteira de consequências perversas de ordem econômica e com impactos na saúde pública, surge agora de maneira mais evidente um novo e comprometedor efeito: o impacto no aquecimento global e suas perversas consequências nas alterações climáticas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário