O
governador Agnelo Queiroz contratou na campanha de 2010 a produtora de
vídeo Canal 27 para dar suporte aos candidatos a distrital da base do
Governo. Ao término do trabalho a empresa cobrou em numa única fatura a
bagatela de R$ 1 milhão e tomou calote. Recebeu apenas R$ 250 mil.
Só
que para o TSE – Tribunal Superior Eleitoral Agnelo prestou conta dos
R$ 250mil no seu CPF pessoal e não no CNPJ do PT. O erro não parou por
aí. Os R$ 250 mil pagos à Produtora não saíram do bolso de Agnelo e sim
de uma empresa caixa 2 do PT com o nome de Fera Lubrificantes, de
propriedade de Ricardo Mago. O mesmo que comprou do Governo Lula a
refinaria de petróleo Manguinhos por R$ 6 milhões, quando ele próprio
cobrava uma fatura de milhões da refinaria.
O
proprietário da Canal 27, Thieres Mesquita, contratou o advogado Eric
Franklin Bezerra para acionar o governador Agnelo na Justiça e receber o
restante da fatura com as devidas correções.
O grave de toda essa história é que o tesoureiro da campanha de Agnelo era Abdon Henrique de Araújo que foi gravado em áudio e vídeo dentro da produtora recebendo propina do caixa 2.
O
governador Agnelo emplacou Abdon na Administração do Lago Sul e depois
tentou emplacar o moço na presidência do BRB, sem sucesso. Agora
encaixou Abdon na presidência da polêmica Terracap, acusada de abastecer
o agneloduto despejando dinheiro no Estádio Nacional Mané Garrincha,
conhecido mundialmente pelo superfaturamento.
O Ministério Público já está com o vídeo na mão.
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa
Bem imparcial, cheio de informações e fontes vc heim coleguinha.... uahuhuahuahuhauhau
ResponderExcluirJORNALISMO FEITO COM "VERDADE" E "FATOS"
RIDÍCULO