A
licitação das linhas de ônibus do Distrito Federal parece ter entrado
em um momento de crise não prevista: Há requerimentos no Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE), no Tribunal de Contas do DF
(TC/DF), no Tribunal de Contas da
União (TCU) e no Ministério Público do DF, todos pedindo o cancelamento
da licitação por motivos diversos, mas muito fortes.
No
CADE se questiona a redução de 17 para apenas cinco empresas operarem
no DF por 20 anos em regime de oligopólio. Na realidade, poderão ser
apenas duas empresas, pois foi descoberto que três delas pertencem à
família de Nenê Constantino, dona da Pioneira.
No
TC/DF, há a questão dos documentos vencidos, os prazos não cumpridos, o
uso de laranjas e a participação de advogados dos concorrentes, que
também elaboraram o próprio edital.
No
TCU, a construção de corredores de ônibus com verbas do metrô, somado
ao fato dos ônibus serem de piso alto, sem acessibilidade e portas do
lado esquerdo e sem acesso à calçada, está em investigação.
Somente
no MPDF que a situação está mais tranquila, já que o promotor que cuida
do caso foi assessor do ex-procurador Leonardo Bandarra (da Caixa de
Pandora) e possui uma visão muito pró-GDF. Entretanto, seus colegas
estão muito incomodados com seu silêncio.
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa
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