Como diz o ditado, Jabuti não sobe em árvore.
A
notícia de que a Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a
Administração Pública (DECAP) teria desvendado vazamento de relatórios
sigilosos da Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança
Pública do Distrito Federal, ainda não revelou a participação do coronel
e político, Alberto Fraga.
Um
depoimento, prestado por uma testemunha, revela que Alberto Fraga,
através de um pen-drive, divulgou para a imprensa os documentos
sigilosos guardados a sete chaves no departamento de inteligência da
Polícia Civil. Teoricamente, Alberto Fraga seria responsável pela
propagação dos tais documentos.
A Revista Eletrônica QuidNovi publicou com exclusividade
áudios, vídeos e documentos, que demonstravam a fragilidade na
Secretaria de Segurança Pública. Numa frase do gravador, que estava
escondido no bolso de um dos agentes, que trabalhavam sob o comando do
chefe da Casa Militar, Coronel Leão, ficou clara: "Já peguei várias autoridades com este equipamento." Mas, isso foi pouco quanto à atuação de Leão na arapongagem.
O que chamou a atenção foi a varredura feita num flat às margens do lago Paranoá em Brasília em que o governador mantinha para encontros secretos, sabe se lá para que.
Agnelo
mantém o Coronel Leão no cargo, mesmo após a divulgação de todo o
material vazado, mostrando, agora, com o fechamento do inquérito, a
briga pelo poder dentro da Polícia Militar de Brasília.
Há
mais de um mês, este inquérito foi concluído. Mas, às vésperas de uma
promoção militar, onde os envolvidos poderiam ser beneficiados, vem à
tona uma divulgação orquestrada sabe se lá de onde ou por quem.
Se houver culpado, tem que ser punido. Mas, que sirva de lição para o governador de que parede tem olhos e ouvidos.
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa
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