Se, para ter lisura, a política deve se espelhar nas práticas do judiciário, o fim da República está próximo
A democracia como a praticamos, desde a Revolução Francesa de 1789, se
equilibra sobre três pilares distintos: legislativo, executivo e
judiciário. O legislativo é o que atua em nome dos interesses da
sociedade.
Mas, a revolução, receosa dos riscos de substituir a
monarquia por um novo poder sem medidas, mesmo que em nome do povo,
opos-lhe um poder correspondente, também sufragado, a que chamamos de
poder executivo, cuja tarefa é administrar o Estado.
Nesse
equilíbrio-confronto entre legislativo e executivo, a sociedade teria
condições de prosseguir com sua tarefa primordial de consolidar as novas
atribuições que a revolução trouxera para indivíduos, grupos e Estado,
tanto separadamente, quanto uns em relação aos outros.
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Fonte: Francisco Morbeck
Blog do Edson Sombra
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