Mino Pedrosa
Ao que tudo indica, Leão está preso ao
cargo por um fio. Na Câmara Distrital, a CPI do grampo prepara-se para
enjaular os arapongas da Capital. O Jornal de Brasília trouxe como
manchete de primeira pagina: “Araponga quebra sigilo telefônico do
Palácio do Buriti” e uma entrevista com o coronel Leão dizendo-se vitima
de arapongas.
Ora, em 24 de fevereiro de 2012, o
Quidnovi publicou com exclusividade o esquema de arapongagem comandado
pelo chefe da Casa Militar coronel Leão usando a própria estrutura do
GDF. Os alvos foram: secretários, parlamentares, o vice-governador Tadeu
Filipelli e até mesmo o governador Agnelo Queiroz.. Na ocasião, o chefe
da Casa Militar defendeu-se dizendo tratar-se apenas de varredura.
As fotografias, vídeos e áudios revelam
no mínimo quebra de privacidade. O Quidnovi novamente com exclusividade
publica as fotografias do momento em que a bisbilhotagem alcançou o
vice-governador Tadeu Filipelli. O coronel Leão registrou todos os
documentos em cima das mesas de Filipelli e Agnelo. O curioso é que
depois de tantos tropeços o Leão ainda se mantém ao lado do Governador.
Mais curioso ainda é que a Operação
Monte Carlo revelou que o diretor da Delta Engenharia, no Centro Oeste,
Claudio Abreu, que está preso, tem dois apartamentos no Hotel Lake Side e
também mantém negócios com o GDF. Leão também monitora um flat no mesmo
hotel frequentado por Agnelo para reuniões de negócios.
O que será que o governador Agnelo
tanto conversa e negocia num flat no Lake Side? Será que o apartamento é
o mesmo de Cláudio Abreu? O governador precisa explicar melhor à
população o que está acontecendo nesse flat monitorado por Leão. Talvez,
o fato de Leão ainda estar como chefe da Casa Militar pode ser o
resultado das “varreduras” que andou fazendo , para “proteger” as
autoridades e surpreender meio mundo.
Vale a pena lembrar que o governador
Agnelo Queiroz reclamou com a companhia telefônica de problemas com a
internet de seu gabinete logo nas primeiras semanas que chegou ao
Buriti. A companhia detectou um pendrive que desde então ficou sob os
cuidados do coronel Leão.
O Quidnovi obteve informação de fonte
do próprio Governo que, no caso Daniel Tavares ex-funcionário da União
Química que acusava o governador Agnelo Queiroz de receber propina, duas
pessoas trocavam telefonemas tratando deste assunto.
Leia matéria:
As pessoas eram: a autoridade parlamentar deputado Chico Vigilante e o chefe da Casa Militar coronel Leão. Segundo a fonte do Quidnovi, eles se falaram pelos telefones 9983-8776 e 9944-3199 ambos com DDD (61) as 13h46 minutos e 28 segundos durante 42 segundos. Mais uma vez, o Quidnovi chegou primeiro aos fatos que são mandados à publico agora.
As fotos exclusivas do Gabinete do Vice-Governador Tadeu Filipelli sendo monitorado.
Fodos do Gabinete do Governador Agnelo monitorado
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa
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