Em junho de 2010, a Polícia Federal cumpriu 10 mandados de busca e apreensão numa operação intitulada Esperança, um dos desdobramentos da Operação Caixa de Pandora. A WRJ Engenharia foi um dos alvos.
O objetivo era apurar as relações da promotora Deborah Guerner com empresas do setor de coleta de lixo.
Mas o que foi encontrado realmente foram as pegadas marcantes do vice-governador. Renato Cortopassi, dono da WRJ, é verdadeiramente a sombra de Tadeu Filipelli no luxo do lixo, em parceria com as empresas Quebec e Valor Ambiental.
UAU! E POR QUE SERÁ QUE ELE ANDA TÃO CALADO HEIN, HEIN?
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