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Um blog comprometido com o resgate da cidadania."O aspecto mais importante do caráter de Cristo, foi sua confiança na grandeza da alma humana". É necessário enxergar a verdade sobre o mundo e sobre nós mesmos, ainda que ela nos incomode e nos seja desagradável.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Eleições: O desespero bate na campanha do PT

Um exército de militantes com cargos públicos se organiza para elevar o tom da Propaganda eleitoral de Dilma e evitar um revés na urnas. Até o ex-presidente Lula entra na briga com um discurso mais radicalizado.

A eventual reeleição de Dilma Rousseff para a Presidência marcaria um recorde na história da República: nunca um partido político terá ficado por tanto tempo no poder. Nem mesmo os 21 anos da ditadura militar, com suas divisões internas e troca de grupos de comando, podem ser vistos com um período de direção partidária única, como seriam os 16 anos da era petista. O estilo da ação e a longevidade do PT no Palácio do Planalto claramente já deixaram marcas na máquina administrativa e política do governo. Ao longo de 12 anos, o número de cargos de confiança, por exemplo, saltou de 17 mil para 22 mil. Este universo de servidores, frequentemente nomeados por critérios políticos, criou uma estrutura de petistas aguerridos e abnegados, cujos salários e encargos fiscais consomem mais de R$ 200 bilhões por ano. Isso não é coisa para se desleixar. O risco de não ganhar as eleições já deixa esses servidores-militantes em desespero. A perda de poder em Brasília – ou, vá lá, da chance de praticarem seus ideais – assusta tanto quanto a perda dos cargos comissionados e a perspectiva de terem de a retornar a seus estados de origem para buscarem novos empregos. Hoje, os DAS (cargos de Direção e Assessoramento Superior) podem passar de R$ 20 mil mensais.

CLIMA TENSO

Na sexta-feira 19, Dilma se exaspera após coletiva à imprensa no Palácio da Alvorada, num clima em que o PT exagera na dose dos ataques aos adversários na corrida eleitoral

Este clima de tensão entre os servidores-militantes contaminou a campanha eleitoral e pode explicar boa parte do tom da propaganda petista, que passou a adotar o jogo bruto, com ataques exagerados aos adversários e alguma falta de discernimento entre o público e o privado. No início do mês, uma reunião na sede do partido, em São Paulo, se transformou em uma acalorada discussão sobre a participação mais efetiva dos funcionários públicos na eleição. No encontro, líderes do PT cobraram mais empenho de servidores comissionados e os exortaram a ir às ruas em favor da reeleição de Dilma Rousseff. O recado estava implícito. Quem não se mexer, tem o emprego ameaçado. Assim, o PT tem organizado caminhadas pelo País, a exemplo da que ocorreu em Brasília no último dia 13, em que grande parte dos cerca de quatro mil participantes era de funcionários públicos. Atos em prol da candidata do PT, como a reunião com artistas brasileiros, no último dia 15, viraram palcos quase exclusivos de ataques a adversários. Dilma aproveitou a oportunidade para, em tom agressivo, repetir diversas vezes que as propostas de Marina Silva, candidata do PSB, apresentariam riscos ao País. No mesmo dia, o exército de internautas petistas divulgava nas redes sociais críticas da classe artística à segunda colocada nas pesquisas.

Na semana passada, uma manifestação de homenagem a Petrobras capitaneada pelo ex-presidente Lula ilustrou bem o atual momento da campanha. Suado e descabelado, Lula esbravejou ao pedir apoio dos militantes. Disse que é preciso proteger a estatal contra Marina Silva, afirmando que ela não conhece e não dá importância às riquezas do pré-sal. Antes do evento, em uma reunião rápida com o líder do Movimento dos Sem Terra, José Pedro Stédile, Lula conclamou o antigo aliado a se engajar na campanha. A resposta veio rápida. Em entrevista, na segunda-feira 15, Stédile prometeu realizar invasões e fazer protestos diários, caso Marina vença a eleição. No comitê da candidata do PSB, a ameaça virou piada. “Entendo o temor deles, que vão ficar sem empregos”, respondeu o coordenador do comitê financeiro do PSB, Márcio França.

Suado e descabelado, Lula esbravejou em evento da Petrobras contra Aécio Neves e Marina Silva. Até o MST foi chamado para ameaçar invasões em caso de derrota governista.

Mas o comportamento da campanha de Dilma está longe de ser uma distração eleitoral. De olho num embate no segundo turno das eleições, os petistas voltaram a jogar pesado no horário eleitoral gratuito. Na TV, um locutor apareceu dizendo que, se eleita, Marina Silva vai tirar R$ 1,3 trilhão da Educação e extinguir o pré-sal. A peça publicitária foi exibida dias depois do polêmico vídeo que mostrava uma família com a comida saindo no prato, como consequência da proposta de autonomia do Banco Central apresentada por Marina. Diante dos ataques, a candidata do PSB entrou com três representações no TSE contra a veiculação das propagandas do PT. No documento, argumentou que sua imagem fora duramente atingida pela candidata adversária, que teria apresentado um dado fraudulento com o propósito de incutir o medo nos eleitores. O mérito ainda não foi julgado, mas conta com o parecer favorável do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que viu intenção deliberada dos petistas de criarem “artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”, o que é vedado por lei. Para ironizar também o candidato do PSDB, Aécio Neves, que tem dito que o sonho dos brasileiros é morar no País retratado pela propaganda ilusória de Dilma, os petistas levaram ao ar um personagem denominado Pessimildo, um boneco rabugento que faz troça dos críticos do governo e foi inspirado em figuras conhecidas da televisão com o objetivo de satirizar todas as críticas feitas à petista. A principal linha do discurso do personagem é responder ponto a ponto os programas eleitorais dos adversários.

Enquanto a campanha do PT foca-se no ataque pessoal aos adversários, crises internas afetam a própria candidata do partido. No final da última semana, a presidenta Dilma pediu a suspensão da divulgação de seu programa de governo após impasse com alas do PT que defendem ideias contrárias à posição do Planalto. A intenção inicial dos petistas era a de incluir no texto propostas com grande apelo eleitoral e que pudessem atrair categorias diversas de eleitores, como o fim do fator previdenciário e a redução da jornada de trabalho. Dilma, entretanto, resiste em defendê-las. Apesar de não declarar publicamente, o governo evita há pelo menos quatro anos que a proposta do fim do fator previdenciário seja votada no Congresso. O Planalto enfrenta pressão das centrais sindicais, mas nunca se comprometeu com a ideia da redução da jornada de trabalho. Ao saber por assessores das propostas para trabalho e emprego, Dilma pediu o adiamento da divulgação do programa.

No horário eleitoral, PT usa personagem denominado Pessimildo para ironizar adversários, enquanto a propaganda do partido retrata um país sem defeitos.

Enquanto a campanha montada pelos marqueteiros adere ao radicalismo e reflete parte do desespero de gente agarrada ao poder, Dilma Rousseff segue tentando transparecer tranquilidade e segurança. Na vantajosa posição de atual presidenta, ela usa o Palácio da Alvorada como comitê de campanha sem que a Justiça Eleitoral faça sequer uma advertência. Em uma única semana, recebeu estudantes, reitores de universidades e concedeu duas entrevistas como candidata sentada na cadeira presidencial. O cenário é alentador para os milhares apadrinhados que tratam a estrutura pública como se fosse privada do partido e consideram positivo mostrar uma Dilma forte e em posição de superioridade em relação aos demais concorrentes.

Fonte: Por Izabelle Torres - Revista ISTOÉ.

Petrolão: ‘Não é função da imprensa investigar’, diz Dilma

Presidente Dilma Rousseff “não reconhece” investigações da imprensa.

A presidente Dilma Rousseff criticou ontem em Brasília os novos vazamentos de trechos dos depoimentos à Justiça do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator de esquema suspeito de pagamento de propinas na estatal. Após ver a Procuradoria-Geral da República lhe negar acesso ao conteúdo das declarações de Costa, a presidente disse que vai pedir ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, o compartilhamento das informações.

“Quero ser informada se no governo tem alguém envolvido”, disse Dilma, que reclamou do fato de detalhes dos depoimentos inclusive nomes de envolvidos terem “vazado” para os meios de comunicação.

Anteontem, o Jornal Nacional, da TV Globo, revelou que Costa teria admitido à Justiça o recebimento de R$ 1,5 milhão em propina na compra da refinaria de Pasadena, no Texas, nos Estados Unidos. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), a operação resultou em um prejuízo de US$ 792,3 milhões para a Petrobras.

Questionada sobre o tema, Dilma argumentou que só pode confiar em informações oficiais: “Disse pra quem? Se você me disser para quem ele disse, quem disse e como é que disse, eu te respondo. Caso contrário…”, respondeu a presidente. “Eu não reconheço na imprensa o status que tem a Polícia Federal, o Ministério Público e o Supremo (Tribunal Federal). Não é função da imprensa fazer a investigação; a função é divulgar”, afirmou Dilma.

Desde o dia 29 de agosto, Paulo Roberto Costa está prestando uma série de depoimentos em um acordo de delação premiada no qual tem revelado suspeitas de crimes de pagamento de propina a dezenas de políticos, inclusive do PMDB e do PT, os dois principais integrantes da base aliada.

O caso corre em segredo de Justiça, mas alguns nomes começaram a ser veiculados em reportagens como tendo sido citados pelo delator. Dentre eles, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB); os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); os senadores do PP Ciro Nogueira (PI) e Francisco Dornelles (RJ); o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ); os governadores do Ceará, Cid Gomes (PROS), e do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB); e os ex-governadores Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, e Eduardo Campos (PSB), de Pernambuco, que morreu em um acidente aéreo no mês passado; além do tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. Todos os supracitados negam as acusações e envolvimento com o ex-diretor da estatal.

“Quando sai uma denúncia na (revista) Veja, ou em qualquer outro jornal, eu não tomo nenhuma medida porque sou presidente da República. Não tomo medida baseada no ‘diz que disse’”, afirmou Dilma. “Não é possível que a Veja saiba de uma coisa e o governo não saiba quem está envolvido”, disse a presidente. De acordo com a petista, a veiculação de informações sigilosas compromete as provas das investigações. “Aí você investiga, o Ministério Público denuncia e não pode ser condenado porque a prova ficou comprometida”, disse Dilma.

Fonte: Diário do Poder.

Grana entocada 'Tesoureiro Vaccari Neto'

O desespero da bancada federal do PT aumenta na medida em que se aproxima o dia 5 de outubro. O tesoureiro Vaccari Neto não tem cumprido os compromissos financeiros assumidos anterior ao seu envolvimento com o escândalo da Petrobras.

Enrolado nesse caso, Vaccari dedica mais tempo a dar explicações do que visitar futuros doadores para as campanhas do PT. A consequência é que dirigentes querem que da cadeia Zé Dirceu mobilize amigos para impedir que se concretize o fracasso eleitoral do partido que pode perder o título de maior na Câmara Federal e deixar de reeleger até 30% de seus atuais parlamentares.

Se o dinheiro não aparecer, já tem deputado que pensa até em renunciar.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Usando a máquina 'Partido dos Trabalhadores'


O Partido dos Trabalhadores há muito aparelhou as grandes estatais brasileiras e usa a máquina do governo na tentativa de se perpetuar no poder.

Se já não bastasse a Petrobras, agora surgiu a denuncia de uso dos Correios no envio de mais de 4 milhões de correspondências as residências de eleitores paulistas da capital e do interior.

Tudo feito de maneira a dar um viés de normalidade, mas descoberto devido a indignação de trabalhadores dos Correios, que viram na manobra o uso do Estado para beneficiar a candidatura a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Por essas e outras que a rejeição à presidente Dilma e ao Partido dos Trabalhadores cresce dia a dia.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Missão partidária 'Dilma Rousseff'

O peemedebista e um dos coordenadores do PMDB na campanha da presidente Dilma Rousseff, Eliseu Padilha, vai cortar um dobrado num eventual segundo turno das eleições presidenciais.

O motivo é que Padilha tentará realinhar as forças peemedebistas colocando-as a serviço da presidente Dilma. Padilha terá que começar por convencer o ex-presidente Sarney, que foi abandonado por Dilma, o gaúcho Pedro Simon, marineiro de carteirinha, Jarbas Vasconcellos, Geddel Vieira Lima, que apoia Aécio Neves e o presidente do PMDB carioca, Jorge Picciani, que também está de braços dados com o tucano.

Pelo visto a tarefa é árdua, mas há quem diga que Padilha tem experiência suficiente para cumprir a missão.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O Inferno é aqui no Distrito Federal - 'PPS x PSDB'

Queria entender o que faz um grupo político de aliados PPS e PSDB para eleição de 2014 ter um comportamento deste. 

Será que alguém que tenha um conhecimento extremamente elevado com política pode me responder???? 

'Vergonhoso, deprimente, desastroso e para encerrar MAFIOSO'

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

EXCLUSIVO: Roubo de placas do candidato Pitiman e Aécio do PSDB 'Crime Eleitoral'

Acabou de se detida a equipe da candidata Eliana Pedrosa recolhendo placas dos candidatos do PSDB, candidato Pitiman e Aécio e de candidatos a pleiteiam outros postos do PSDB. A equipe esta neste momento na 2ª DP junto com a integrantes do PSDB registrando ocorrência policial e logo mais dando entrada no TRE/DF.

As placas estavam sendo recolhidas e colocas em um caminhão nas regiões do Lago Norte, Paranoá, Varjão e EPIA e sendo levadas a um galpão da candidata para futuramente serem destruídas.

O caso vai dar muito o que falar....

 
Fonte: PSDB/DF e Informando e Detonando.

Deputado Distrital: o peso das coligações para 2014 'Quem entra, quem fica??'


A eleição 2010 para Distrital teve os números seguintes:

Eleitores aptos: 1.833.942

Comparecimento: 1.550.765 (15,44 % de abstenção)

Votos em branco: 62.661 (4,04 % do comparecimento)

Votos nulos: 80.477 (5,19 % do comparecimento)

Votos nominais: 1.311.056

Votos em legenda: 114.605

Total votos válidos (nominais + legenda) : 1.425.661 (77,74 % do eleitorado)

O Quociente Eleitoral (votos válidos/número de cadeiras) foi de 59.402 votos.

Havia 19 partidos/coligações na disputa eleitoral.

Destas, 14 coligações atingiram o Quociente Partidário acima de 1, elegendo um Deputado.

Um só partido (PT) elegeu mais de um Deputado Distrital: 3.

16 vagas foram atribuídas pelo Quociente Partidário....


Fonte: Politicadfemnumeros por Marc Arnoldi.

PRP deixa Agnelo Queiroz e anunciaapoio a 'JOFRAN FREJAT'

prp
PARTIDO RETIRA SUPORTE POLÍTICO AO ATUAL GOVERNADOR E MIGRA PARA COLIGAÇÃO UNIÃO E FORÇA

O Partido Republicano Progressista (PRP) anunciou na tarde desta quarta-feira (17) apoio ao candidato ao Governo do Distrito Federal, Jofran Frejat.

“Vamos apoiar porque sabemos que Brasília não pode mais ficar nas mãos tirânicas da contramão do desenvolvimento, nós conhecemos o trabalho realizado por Arruda e conhecemos o trabalho realizado por Jofran Frejat. Temos que unir forças”, bradou o presidente do PRP, Adalberto Monteiro, candidato a deputado federal pela coligação Respeito por Brasília.

“Eu sou um companheiro de trabalho e certamente não esqueceremos quem se aliou a nós. Nesse time de candidatos, nem todos vão ganhar, infelizmente, pois são muitos pra poucas vagas, mas se há uma coisa que é certa, é que iremos governar juntos”, agradeceu Frejat.

Presente à reunião, o ex-governador José Roberto Arruda comemorou o apoio do PRP à coligação União e Força e se disse orgulhoso do nome que o substituiu na cabeça de chapa. “Eu conheço o Frejat há 40 anos. É um homem íntegro, que conhece Brasília como ninguém e que conhece muito de gestão púbica”, disse.

“Nós sofremos uma injustiça com a retirada de Arruda. Fizeram o mesmo com Joaquim Roriz. Agora o que temos é mostrar nosso trabalho e ganhar o governo”, desabafou Frejat.

“Nós vamos trabalhar nossos candidatos na proporcional, mas na majoritária, não temos dúvida que vamos fazer Jofran Frejat governador do Distrito Federal”, disse Adalberto Monteiro, que é tio de Cláudio Monteiro, secretário de Turismo do GDF e um dos mais próximos auxiliares do atual governador.

Para Frejat, é uma tendência que novos partidos se agreguem à campanha. “Aqui estão pessoas que representam o Distrito Federal em vários segmentos, formadores de opinião e homens que vivem com dedicação à vida pública. Esse apoio é fundamental para a retomada da nossa cidadania e, sobretudo, para que no dia 05 de outubro possamos, junto ao povo do Distrito Federal, comemorar a vitória”, declarou.

“O programa de governo foi feito a quatro mãos, as minhas e as de José Roberto Arruda. Já fomos referência em saúde, durante os 16 anos que eu geri esta pasta. O modelo de saúde que eu implantei em Brasília foi referência em todo o Brasil, assim como aconteceu com o modelo de educação implantado no DF na gestão de Arruda.”

Frejat também destacou a importância das obras de infraestrutura e mobilidade urbana que Arruda coordenou na cidade. “Não há quem não reconheça o legado que este homem deixou, vejo esse reconhecimento nas classes mais baixas, nas classes mais altas e por onde estamos passando.”

Fonte: Postado por Donny Silva.

Celina Leão ganha liminar contra presidente da zonal do PT em Ceilândia

A deputada Celina Leão (PDT) anunciou na tarde desta terça-feira (16), que ganhou na Justiça uma liminar contra o presidente da zonal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Ceilândia, Sr. Jeová Rodrigues Neves. O motivo é que o petista vem postando, insistentemente, um panfleto apócrifo, de conteúdo calunioso contra a parlamentar.

“Esta é uma forma suja de fazer política, que vamos combater com a verdade e com a Justiça”, considera a deputada.

Com a medida judicial a peça deve ser retirada imediatamente do ar conforme decisão: “Concedo a medida liminar postulada para determinar que os representados retirem imediatamente as veiculações constantes da petição inicial, localizadas em seu sítio na internet, sob pena de pagamento de multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais)” Juíza Eliene Ferreira Bastos.

Fonte: Ascom da Deputada Distrital Celina Leão por Irene Oliveira.

O embate 'Rollemberg x Agnelo'


O alvo do governador Agnelo Queiroz (PT) que tenta a reeleição é o seu oponente Rodrigo Rollemberg (PSB). A aposta é que Agnelo e Rollemberg irão para o segundo turno.

Por enquanto, Jofran Frejat (PR) vai navegar em águas calmas. A troca de farpas entre os dois vai se intensificar nessa reta final. Nos bastidores dizem que o atual governador tem uma carta na manga.

Só resta saber se tudo isso não é um mero blefe.

Fonte: Odir Ribeiro.

A coisa tá pra lá de feia 'Secretaria de Saúde'

A empresa Sanoli responsável pelo fornecimento de toda a alimentação da rede pública de saúde está a beira do colapso. Tudo porque o GDF está devendo quase 20 milhões de reais só em 2014.

A empresa ameaça paralisar o fornecimento e os diretores de hospitais ficaram em polvorosa. A ameaça deu certo e a secretaria de saúde pagou parte da dívida. Com um deficit, segundo o TCDF, de mais de um bilhão, não é a toa que fazenda e planejamento não se entendam.

O próximo governador, seja qual for, vai enfrentar um quadro pra lá de difícil. E se não for muito bom gestor vai frustrar os planos dos cidadãos do DF que esperam ver realizadas as promessas de campanha.

Fonte: A Voz da Verdade por Celson Bianchi.

DF: O próximo alvo 'Renato Santana'

O vice de Rodrigo Rollemberg, Renato Santana, será o próximo alvo de ataques na coligação liderada pelo PSB. 

Adversários investigam a vida funcional dele. Servidor de carreira do GDF, Santana passou os últimos anos cedidos para a Câmara Legislativa, como funcionário da liderança do PSD e do gabinete de Liliane Roriz (PRTB).

Mas não era visto na Casa. Fazia “serviços externos” ao lado do presidente do PSD, Rogério Rosso.

Fonte: Por Ana Maria Campos e Helena Mader - Correio Braziliense.

A esperada pesquisa 'GDF'

As eleições só começam para valer depois que o IBOPE divulgar a sua pesquisa desta quinta-feira (18).

O governador Agnelo Queiroz que tenta a reeleição e Rodrigo Rollemberg estão de olho nos números de Jofran Frejat para traçar as suas estratégias de campanha.

Enfim, a briga pela pela cadeira do Palácio do Buriti deve esquentar.

Fonte: Odir Ribeiro.

Evitando bater de frente 'Ricardo Vale'

Ricardo-Vale-(-Divulgação)
Criticado pelos colegas petistas pelo que consideram privilégios que lhe foram dados pela direção regional do PT, o secretário-geral do partido, Ricardo Vale desconversa sobre o assunto. “O fato de não ter cargo ou mandato não significa que o candidato não tenha projeção na sociedade. Todos os candidatos do PT têm o seu valor e me sinto honrado por fazer parte deste grupo e vou fazer de tudo para não decepcionar o partido e todas as pessoas que confiaram esta missão a mim”, afirma.

Tem gente no partido revoltada por Ricardo Vale contar com o mesmo tempo de rádio e televisão que os candidatos provados nas urnas e detentores de mandato eletivo.

Fonte: Eduardo Brito / Do Alto da Torre / Jornal de Brasília.

Celina Leão cobra plano de saúde para carreira de Assistência à Educação

A deputada Celina Leão (PDT) cobrou do governo do Distrito Federal  durante a sessão ordinária da Câmara Legislativa nesta terça-feira (16) o pagamento do auxílio-saúde para os servidores da carreira de Assistência à Educação. Representantes da categoria acompanharam a sessão nas galerias do plenário.

“Estive reunida com representantes da categoria e o secretário de Administração, Wilmar Lacerda, no ano passado, ocasião em que ele disse que o próximo passo, no mês seguinte, seria implementar o plano de saúde da carreira de Assistência. Isso faz um ano e nada foi feito”, indigna-se a deputada. 

Para a parlamentar é inadmissível que profissionais do mesmo segmento ocupem o mesmo local de trabalho, onde uns tem o plano de saúde e os outros não. O benefício já é pago aos professores e foi prometido aos assistentes pelo próprio governo. “Há uma discriminação tão brutal que o próprio governo já observou, mas  não corrigiu”, lamenta.

Celina Leão lembra que a lei  4.862 de julho de 2012 garante, há dois anos, o benefício aos assistentes. “Está no momento do governo fazer uma reflexão, falamos tanto em educação, em mudar o país, mas é preciso lembrar que educação se faz com equipe multidisciplinar. Quero pedir uma resposta oficial do governo, porque não fui eu quem prometeu que no mês seguinte seria implementado o plano para carreira de assistência, foi o governo. As pessoas merecem respeito, que o governo cumpra o que prometeu, plano de saúde já”, cobra.

Fonte: Ascom da Deputada Distrital Celina Leão por Irene Oliveira.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

No mesmo barco 'Fernando Cavendish'

Não é novidade que as grandes empreiteiras dão as cartas no Congresso Nacional. Este colunista publicou com exclusividade no site QuidNovi uma gravação do empreiteiro da Delta, Fernando Cavendish, quantificando o preço de um senador da República para garantir obras. 
 
O que o empreiteiro não revelou é se os ministros e o presidente da República também tem preço, mas as investigações da operação Lava Jato revelam a forte ligação entre as grandes empreiteiras e a principal cadeira do Palácio do Planalto. 
 
O depoimento do ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, revela a triangulação entre as empresas, o governo e os governantes, mostrando como funciona o mecanismo da corrupção. 
 
O escândalo revelado logo após a prisão do ex-diretor da estatal chegou ao Congresso como uma bomba nas mãos da oposição, mas logo em seguida também chegou o silêncio, pois no fundo da fossa estavam as empreiteiras, que também abastecem a oposição. Agora, que não tem mais como esconder, todo o Congresso fica exposto e logo virá o silêncio outra vez. 
 
 
Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Acordo em família 'Liliane Roriz & Dedé Roriz'

"Meu acordo com minha prima Liliane Roriz ficou acertado, peço voto pra mim, se a pessoa não quiser votar em mim, já peço voto pra Liliane, família Roriz está mais unida e forte do que nunca", palavras do candidato Dedé Roriz.

Fonte: Ascom do candidato a Deputado Distrital Dedé Roriz.

DF: TJ extingue pedido de distrital para suspender efeitos de condenação por improbidade

Processo: 2014002021402-4

O Presidente do TJDFT determinou a extinção e arquivamento da medida cautelar ajuizada pelo deputado distrital Aylton Gomes, com vistas à suspensão dos efeitos de sua condenação por improbidade administrativa. Aylton Gomes foi condenado em 1ª e 2ª Instância por participação no esquema de corrupção no DF, conhecido por Mensalão do DEM.

O requerimento de suspensão foi feito sob o argumento de que o juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF, responsável pela condenação de 1ª Instância, havia sido julgado suspeito pelo Superior Tribunal de Justiça em outra ação referente à Operação 'Caixa de Pandora', cuja deflagração pela Polícia Federal trouxe à tona o esquema de desvio de dinheiro público.

Na decisão pela extinção, o presidente afirmou: “Ocorre, todavia, que na angustura do incidente cautelar, com limites estreitos fixados na jurisprudência dos Tribunais Superiores, e sem previsão na legislação processual, tal alegação, por si só, não é suficiente para o deferimento da tutela de urgência. É que, além dos numerosos incidentes de suspeição já ajuizados pelas partes nas instâncias ordinárias, há medidas já requeridas junto às Cortes Superiores para o tratamento da matéria, como mencionado pelo próprio requerente em sua inicial. Desta forma, é de cautela que esta Presidência se abstenha de formular qualquer juízo de mérito sobre o caso, sob pena, inclusive, de usurpação de competência. Ante o exposto, extingo a medida cautelar”.

Cópia desta decisão será juntada aos autos da ação principal (2011.011026887-0), cuja condenação já foi confirmada em grau de recurso pela 2ª Instância.

Fonte: Portal Gama Livre / TJDFT.

Candidato é expulso de partido 'Pedro do Ovo'



O candidato a deputado distrital Pedro do Ovo será expulso do PPL/DF. A exclusão de seu nome vai ocorrer na noite desta segunda-feira (15). O motivo da expulsão é o apoio do candidato a outro deputado federal que não é do seu partido.

Fonte: Odir Ribeiro.

Desequilíbrio emocional 'Marina Silva'

A candidata Marina Silva vem mostrando que não tem equilíbrio emocional. O ex-presidente Lula durante comício em Recife disse que tem pessoas que querem acabar com o pré-sal.

A carapuça serviu na candidata Marina Silva que chorou dizendo que o PT está usando métodos que Fernando Collor usou contra Lula na campanha de 1989. O ex-presidente Lula respondeu a Marina que ela precisa explicar porque nasceu e cresceu no PT, recebeu cargos e agora fala mal da legenda em seus discursos.

A candidata demonstrou na entrevista a um grande Jornal que não possui controle emocional no embate com o PT, deixando brecha para ser explorada pelo candidato tucano Aécio Neves.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Quadros técnicos 'Marina Silva'

A candidata pessebista ao Palácio do Planalto, Marina Silva, deixa claro que ainda guarda grandes magoas do ex-presidente Lula.

Ao ser atacada pela presidente Dilma Rousseff, diz que não vai fazer o que Dilma vem fazendo com ela ao criticar alguns pontos do governo.

A ambientalista diz que dará a outra face para a presidente Dilma e com certeza não entrará no jogo de entregar cargos para partidos que colocam pessoas incompetentes nos cargos e disse que em seu governo não medirá esforços para se livrar de aproveitadores que colocam camisas de força em troca de apoio.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Convocando a turma 'Marina Silva'

As ONGs ambientalistas de todo o mundo serão convocadas nos próximos dias pela candidata Marina Silva para mergulhar em sua campanha pela faixa presidencial.

Marina fará entrevista coletiva para representantes de veículos de imprensa internacional, a estratégia é fazer pressão de fora para dentro, convocando a militância para enfrentar o Partido dos Trabalhadores e formando um tsunami verde.

A coordenação da campanha já não conta mais com a comoção da morte de Eduardo Campos, já que o PT tenta nos bastidores desconstruir a imagem de Eduardo Campos, vinculando-o a escândalos. Marina precisa mostrar que sua ascensão também é fruto de ajuda de ambientalistas.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Aécio: Marina é "outro tipo de PT"

Em terceiro lugar nas pesquisas, o candidato tucano lembrou que Marina Silva foi filiada ao PT por 27 anos.

Aécio Neves faz caminhada na cidade de Linhares (ES)
 
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse nesta segunda-feira que eleger a candidata Marina Silva (PSB) é substituir o PT "por um outro tipo de PT". Aécio lembrou que Marina iniciou a carreira política no partido e nele passou 27 anos. "Eu quero dizer a vocês hoje, de forma muito franca, que está chegando a hora da onda da razão. Nós não vamos substituir o governo do PT por outro tipo de PT. Até porque 80% da trajetória da candidata Marina foi feita dentro do partido e, provavelmente, será com uma parcela importante do PT, se ela vencer as eleições, que ela vai governar", disse o tucano após uma caminhada pelo centro de Linhares, no interior do Espírito Santo.

Aécio disse ainda que o partido da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, divulga uma "grande falácia" quando afirma que mudou a vida dos brasileiros. "O que muda a vida de cada brasileiro é cada brasileiro que acorda cedo trabalha, estuda, se prepara. O Estado tem a obrigação de, a partir da vocação de cada uma das nossas regiões, ser a mão estendida, o parceiro, o que a Petrobras deixou de ser." O candidato do PSDB fez novas críticas à estatal, dizendo que investimentos estratégicos para os Estados são adiados. "Um exemplo é o polo de gás químico que, mais uma vez, está sendo adiado porque a Petrobras não demonstra condições de cumprir seu cronograma de investimentos."

Fonte: Revista Veja - (com Estadão Conteúdo)

Congresso: PPS cobra convocação de Quadrado na CPI da Petrobras

VEJA mostrou que condenado no mensalão também fez parte de operação montada para poupar a cúpula do PT no caso Celso Daniel. 

Enivaldo Quadrado (à direita), o chantagista, é pago pelo PT para manter em segredo o golpe que resultou no desvio de 6 milhões de reais da Petrobras, em outro caso de chantagem que envolve o ministro Gilberto Carvalho, o mensaleiro José Dirceu e o ex-presidente Lula

O PPS vai pressionar os integrantes da CPI da Petrobras para convocarem Enivaldo Quadrado, condenado no processo do mensalão e que também tem ligações com o esquema do doleiro Alberto Yousseff. VEJA revelou que ele chantageou de forma bem sucedida o PT para omitir a ligação do partido com a trama criminosa que precedeu a morte do então prefeito de Santo André Celso Daniel.

Quadrado recebeu dinheiro do PT para que não entregasse à Polícia Federal informações sobre outra chantagem: o pagamento de 6 milhões de reais ao empresário Ronan Maria Pinto, investigado por integrar uma máfia incrustada na prefeitura petista. O depoimento de Ronan tinha o potencial de arrastar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Gilberto Carvalho e o ex-ministro José Dirceu para o caso. O empresário ameaçava delatar a existência de um esquema de cobrança de propina que teria funcionado com o aval do comando nacional do PT.

Os 6 milhões de reais foram movimentados por meio de um contrato de empréstimo entre a empresa 2S, do publicitário Marcos Valério, e a Expresso Nova Santo André, de Ronan Maria Pinto cuja convocação pela CPI o PPS também pede. Quadrado participou da trama ao contratar uma empresa que agiu de intermediária na negociação.

A CPI vai se reunir nesta semana para ouvir Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e delator do amplo esquema de corrupção que beneficiou parlamentares. "O ideal seria aprovar um novo pacote de requerimentos já na próxima quarta-feira, quando a comissão se reúne para ouvir Paulo Roberto Costa", diz o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR).

Fonte: Por Gabriel Castro - Revista VEJA