VISITANTES

Perfil

Minha foto
Brasília, Distrito Federal, Brazil
Um blog comprometido com o resgate da cidadania."O aspecto mais importante do caráter de Cristo, foi sua confiança na grandeza da alma humana". É necessário enxergar a verdade sobre o mundo e sobre nós mesmos, ainda que ela nos incomode e nos seja desagradável.

Pesquisar este blog

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Eleições 2014: Marconi exonera todos secretários até o terceiro escalão

Governador concedeu entrevista exclusiva ao diretor-presidente do jornal A Redação, João Unes, e à repórter Adriana Marinelli 

O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB),  vai exonerar todos os secretários, diretores e funcionários comissionados que compõem os três primeiros escalões do governo. Em decreto a ser assinado na virada do ano, o governador promove na prática uma ampla reforma na estrutura básica do governo.

A revelação foi feita em entrevista exclusiva concedida ao jornal A Redação, no final da manhã deste sábado (28/12), na sala de reuniões do Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Durante quarenta e cinco minutos de entrevista, o governador respondeu aos jornalistas João Unes e Adriana Marinelli sobre a reforma administrativa, que será oficializada na segunda-feira (30/12), sobre política e suas principais ações à frente do Governo de Goiás. E anunciou: “2014 será o ano da entrega de obras, de realizações do governo”.

Marconi foi direto ao garantir que “vai exonerar toda estrutura básica do governo.”

“Teremos  mudanças em todo 1°, 2° e 3° escalão. Vou trabalhar durante todo o fim de semana para deixar tudo definido, já estou com o quadro na mão. Alguns serão  afastados de uma pasta e já serão colocados em outra. Acho importante essas mudanças”, afirmou. Sobre as alterações, Marconi, que já anunciou Orion Andrade para a Agência de Comunicação (Agecom), também anunciou outros nomes. “O Adauto Barbosa Júnior ficará na Controladoria Geral do Estado.

Marconi, que continua preferindo não falar sobre as eleições de 2014, voltou a afirmar que seu foco é o governo do Estado e que os índices positivos de seu governo se devem a “ações planejadas, gestão determinada e articulação com todos os segmentos. “Gestão política e administrativa eficientes”.

Ele reafirmou e que só definirá se será ou não candidato à reeleição em junho. Perguntado sobre um nome que ele indicaria para disputar as eleições, caso ele realmente não seja candidato, Marconi voltou a citar o nome do vice-governador José Eliton.

Marconi disse que 2013 foi um ano importante para o PSDB e destacou a filiação de Henrique Tibúrcio, presidente da OAB-GO. “No meu partido hoje temos agora um nome novo em quem eu aposto muitas fichas, que é o doutor Henrique Tibúrcio. É um nome que eu apostaria minhas fichas”, garante.

Popularidade

Questionado sobre o bom momento vivido pelo Estado e pela sua recuperação nas pesquisas, o governador também não economizou nas palavras. “Tudo que está acontecendo hoje foi rigorosamente planejado. Nenhum governo dá certo sem planejamento. Todo esse avanço eu atribuo ao planejamento e também à boa gestão”, disse.

Para o governador, 2013 foi o ano da superação e 2014, segundo ele, será o ano da colheita. ” Já estamos colhendo os frutos do nosso trabalho. Sou um governador que cobro e estimulo a equipe que trabalha comigo. Quero saber sempre de todos os detalhes do governo, acho que é por aí”, completa.

Balanço positivo

Durante a conversa com os jornalistas do A Redação, Marconi enfatizou os saltos dados por Goiás nos últimos três anos. Com detalhes e falando sobre suas constantes visitas às obras em andamento em todo o Estado, o governador fez um balanço de todas as áreas e reafirmou: “Estamos executando em Goiás o maior volume de obras de todos os tempos.”

“Considerando as obras sociais, ressalto o Bolsa Futuro, de qualificação profissional, que vai qualificar 500 mil jovens e adultos até agosto do ano que vem. Ressalto também o programa Bolsa Universitária, que terá ajudado, até o final do ano que vem, mais de 150 mil alunos”, pontuou. O governador falou, ainda, do Cheque Moradia e do Cheque Reforma, que vão chegar a 250 mil famílias atendidas.

“Tem também o Vapt Vupt, uma marca do meu governo, que vai chegar a 50 unidades na próxima segunda-feira (30/12). Outro ponto importante é que os Vapt Vupts estão direcionando os atendimentos para segmentos específicos. Tem, entre outras, a unidade do idoso, para aposentados, outra empresarial.”

Educação, Segurança e Tecnologia

Ao falar sobre os avanços registrados na Educação, Marconi afirmou que se orgulha do Pacto Pela Educação e, ao ressaltar algumas ações do governo, ele mencionou o Prêmio Poupança Aluno, que beneficiou mais de 10 mil estudantes este ano e será estendido em 2014. No ano que vem, além dos alunos, professores e escolas estaduais que se destacarem também serão premiadas.

O Prêmio Aluno contempla os estudantes das escolas públicas estaduais que conquistaram as melhores notas na Prova Goiás com uma poupança de R$ 1,1 mil, cada um. “Ainda na Educação, ressalto a entrega de 60 escolas padrão século XXI e a reforma das escolas. Ao todo, mais de mil escolas da rede pública estadual foram reformadas.” Para o governador, todo esse investimento em Educação resultou em grandes conquistas para o Estado. “No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo, saltamos no 16° para o 5° lugar”, comemora.

Na Segurança Pública, conforme disse o governador, além de novas viaturas e reforço no armamento, o Governo de Goiás está organizando a contratação de 5,5 mil novos homens para as forças policiais.

“Na área de Ciência e Tecnologia, destaco a criação dos primeiros Parques Tecnológicos de Goiás”, lembrou Marconi. Os parques tecnológicos permitem que empresas inovadoras, em qualquer fase de desenvolvimento empresarial, de incubadas a maduras, encontrem espaços e serviços adequados para o desenvolvimento de suas atividades. Além disso, os parques são mecanismos estratégicos de fortalecimento da competitividade empresarial por meio da catalisação da geração de inovação pelas empresas. 

Saneamento

“É uma área que ninguém vê, mas é de extrema importância”. Foi o que disse Marconi ao iniciar a apresentação do balanço relacionado às obras de saneamento básico em Goiás. Segundo o governador, o Sistema Produtor Mauro Borges Teixeira vai abastecer de água, de forma barata e abundante, todas as cidades que compõem a Região Metropolitana de Goiânia, assegurando por pelo menos 30 anos um eficiente fornecimento, mesmo nos períodos de seca prolongada. “Tem também o Sistema de Captação de Água no Corumbá IV, que vai atender toda região do Entorno de Brasília.”

“Ainda falando sobre Saneamento Básico, tenho outro dado relevante.  Em 1998, Goiás contava com dez estações de tratamentos de esgoto, hoje contamos com 84 e mais 14 estão em construção. Isso é um dado histórico”, completa. 

Rodovias e outras obras

Durante a entrevista, o governador também falou com orgulho sobras as obras rodoviárias. “Até o final de 2014, serão mais de 5 mil quilômetros de rodovias totalmente reconstruídas. Estamos transformando nossas estradas em tapetes, incluindo sinalização noturna”, disse. “Já temos concluídos outros 3 mil quilômetros de rodovias novas. Isso significa intervenção em 8 mil quilômetros de rodovias goianas num só governo.”

Marconi também falou sobre a ponte sobre o Rio Araguaia,  que liga as cidades de Aruanã (GO) a Cocalinho (MT), e deverá ser entregue em março do ano que vem. “será a maior ponte já construída em Goiás e custará cerca de R$ 32 milhões”, destaca. “São várias obras estratégicas em todos os cantos do Estado.”

Ponte sobre o Rio Araguaia será entregue em março

A duplicação da rodovia que liga Goiânia à cidade de Goiás também foi citada pelo governador, além das obras de duplicação e iluminação da estrada que liga a capital ao município de Bela Vista, que também receberá ciclovia. “Falando em obras, não podemos deixar de lado o Aeroporto de Cargas de Anápolis, que será o segundo maior do País, e do Centro de Cultura de Convenções, em construção no mesmo município.”

Em Goiânia, conforme disse Marconi na entrevista, os trabalhos também são intensos. “Temos o Centro de Excelência do Esporte, o Estádio Olímpico, a ampliação e modernização do Autódromo  Internacional Ayrton Senna, sem falar no novo Aeroporto de Goiânia, que é uma obra da qual eu me orgulho muito. Fui mais de 50 vezes a Brasília para lutar pela retomada daquelas obras. Não tem como não me orgulhar”, acrescenta.

Perguntado sobre os constantes elogios recebidos de prefeitos goianos dos mais variados partidos, inclusive da oposição, o governador afirmou que fica feliz e comentou sobre as parcerias existente entre Estado e municípios. “Me chamam de municipalistas porque eu ajudo mesmo, independente da relação partidária. No caso de Anápolis, por exemplo, com o prefeito Gomide (PT), repassei R$ 8 milhões para ele fazer asfalto na cidade. Em Aparecida de Goiânia, eu e o prefeito Maguito estamos fazendo juntos a Alameda da Paz, que está custando mais de R$ 10 milhões para o Estado”, afirmou, completando que também sempre teve uma excelente relação com a presidente Dilma Rousseff (PT).

Economia e geração de empregos

O fato de Goiás, que é a 9ª maior economia do Brasil, ter crescido mais que o dobro do País no último ano também é motivo de alegria e orgulho para Marconi. “Em 1999, Goiás exportava US$ 317 milhões, hoje exportamos quase US$ 8 bilhões”, ressalta.

Em 2013, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged/MTE), Goiás se destacou entre os Estados que mais geraram empregos formais no País. Foram 88.950 novas colocações com registro em carteira de janeiro a outubro de 2013, representando um acréscimo de 7,73% em relação ao mesmo período do ano anterior, e superior ao acréscimo no índice nacional que foi de 3,7%. “Foram mais de 800 mil empregos líquidos em 15 anos”, acrescenta o governador.

Marconi destacou o salto dado por Goiás no  Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Em duas décadas, o Estado avançou 50,6%, crescimento superior à média nacional, que foi de 47,5%. Entre o primeiro estudo, feito em 1991, e o último, com base nos dados do Censo 2010, os municípios goianos ganharam duas posições no ranking nacional, passando do 10º para o 8º lugar. “2014 será, sem dúvidas, o ano do coroamento, da entrega”, finaliza.

Fonte: Adriana Marinelli - Estação da Notícia.

83.500 vagas prometidas, nenhuma entregue 'Sistema Prisional no Brasil'

A detenção dos mensaleiros trouxe à tona o problema da superlotação nas penitenciárias do país. Só na gestão petista, o governo federal lançou dois planos para construção de presídios, sendo o último em 2011. Nada foi concluído.

José Dirceu ao ser entregar na Polícia Federal em São Paulo: o petista está detido na Papuda

A presença de visitantes ilustres, como o ex-ministro José Dirceu e o ex-deputado federal José Genoino, descortinou o mundo caótico do sistema prisional no Brasil, conhecido bem só pelos profissionais que nele trabalham ou quem o estuda. Quando os primeiros mensaleiros foram presos no Complexo Penitenciário da Papuda, advogados se apressaram em bradar as ilegalidades. A primeira delas, alocar detentos de regime semiaberto em unidade fechada, evidencia uma das principais mazelas do setor: a falta de 240 mil vagas para abrigar 548 mil apenados. O problema da superlotação poderia ser menor caso o governo federal, chefiado nos últimos 11 anos pelo partido dos detentos mais célebres do caso, tivesse cumprido os dois planos lançados para a área carcerária, com a promessa de 83,5 mil vagas. Desse total, nenhuma foi entregue até agora.

O levantamento das promessas para o sistema prisional faz parte de um balanço que o Correio publica hoje e amanhã sobre o tema. A primeira investida no setor foi dada ainda pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No bojo do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci), ele incluiu a abertura de 41 mil vagas em unidades de jovens e adultos. A ideia era separar os presos por idade, crime cometido, periculosidade, reincidência. Nada foi criado e a tal separação, imprescindível para uma boa gestão do sistema, só é cumprida, hoje, por cerca de 30% dos estabelecimentos prisionais do país, de acordo com pesquisa feita pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Lula passou o bastão para a atual presidente, Dilma Rousseff, que reembalou a promessa em 2011, falando em 42,5 mil vagas para mulheres e presos provisórios. Por enquanto, nada saiu do papel.
 

As 32 mil vagas que surgiram no período das promessas presidenciais não cumpridas, de 2008 para cá, foram criadas pelos estados, que têm responsabilidade sobre a questão penitenciária. O fato de nada do que foi anunciado em 2011 pelo governo federal ter sido entregue, segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ligado ao Ministério da Justiça, tem a ver com a complexidade do processo de contratação das obras. Em nota, o órgão afirma que é “preciso o estado elaborar o projeto, o Depen e a Caixa (Econômica Federal), na condição de mandatária da União, precisam aprová-lo (obedecendo a legislação pertinente), o estado precisa dar início ao processo licitatório, e assim por diante”. O Depen acrescentou que há cinco obras iniciadas no Ceará, Sergipe e Goiás, totalizando 1.790 vagas. Outros quatro projetos já foram licitados e os demais estão em fase inicial de análise.

O ritmo lento de investimentos federais no setor prisional pode ser verificado na execução do orçamento para o setor. Só 37% dos R$ 3,9 bilhões autorizados para o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), na última década, foram efetivamente pagos — quando se dá a entrega da obra, do equipamento adquirido ou do serviço prestado. Há R$ 2,2 bilhões (ou 57% do total) empenhados, o que significa que o objeto do contrato ainda não foi completamente entregue. Coordenador do Núcleo de Execução Penal da Defensoria Pública do Distrito Federal, Leonardo Melo Moreira explica que, apesar da existência da verba federal para construção de vagas, os entes federativos costumam postergar tais obras. “Às vezes para não desagradar determinada parcela da população que reside naquelas cercanias ou mesmo em razão do custo de manutenção de agentes penitenciários por parte daquele estado”, diz.

Fonte: Correio Braziliense.

Para conter Eduardo Campos, PT aposta na BA e no CE


Diante do provável voo solo do PSB na eleição presidencial de 2014, o PT aposta na Bahia e no Ceará para manter a vantagem no Nordeste na disputa pelo Planalto. 

Com o governador Eduardo Campos (PSB/PE) no páreo, a ideia é reforçar a campanha da presidente Dilma Rousseff em solos baiano e cearense para suprir possíveis perdas nos Estados da região sob gestões do PSB (Pernambuco, Paraíba e Piauí). 

"No Ceará queremos dar 2 milhões de votos de frente para Dilma. Dificilmente Campos ou outro candidato terá espaço aqui", diz o deputado José Guimarães (PT/CE). 

Na Bahia, a meta do governador Jaques Wagner (PT) é repetir 2010, quando o Estado deu 2,7 milhões de votos de vantagem para Dilma, a maior do país. 

No segundo turno de 2010, 48% dos 10,7 milhões de votos da vantagem de Dilma sobre José Serra (PSDB) na região vieram do Ceará e da Bahia. Pernambuco, Piauí e Paraíba responderam por 32%.

Entre as armas do PT para manter a hegemonia nordestina estão a força eleitoral do ex-presidente Lula e o estímulo a rivalidades regionais. 

"Dilma terá ao seu lado um nordestino [Lula], que tem peso enorme na região", diz Wagner, que deve coordenar a campanha no Nordeste. 

A concorrência histórica entre baianos e pernambucanos apareceu em declaração recente do candidato do PT à sucessão estadual, Rui Costa. Secretário de Wagner,ele disse que "os baianos não querem ser dirigidos pelo governo de Pernambuco", em referência a Campos. 

A aposta no Ceará é na força do grupo do governador Cid Gomes (Pros), que deixou o PSB para apoiar Dilma. Para o cientista político Paulo Fábio Dantas, a "fratura" entre o grupo de Cid e Ciro Gomes e o de Campos tem maior potencial de dano ao PSB. 

"Na Bahia vai ser mais difícil [aumentar a vantagem de Dilma] por falta de discurso convincente. O próprio Wagner tem adotado tom moderado [sobre o PSB]", afirmou. 

A chapa do PSB na Bahia, com a senadora Lídice da Mata para o governo e a ex-ministra do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Eliana Calmon ao Senado, preocupa o PT.

Outra meta petista é manter suas quatro cadeiras nordestinas no Senado. 

"Queremos eleger no Ceará, Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Norte", disse Guimarães, pré-candidato ao Senado em provável aliança com o grupo de Cid Gomes.

Fonte: Informações Folha de S.Paulo / Guardian Notícias - redacao@guardiannoticias.com.br.

Eleições 2014: Eduardo Campos e seu antidoto


Na hipótese de o ex-presidente Lula querer minar o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, em sua terra natal, a resposta já está pronta.

Eduardo acusará o petista de querer evitar que um pernambucano chegue a presidente da República.

Para quem é de lá, esse argumento pesa. 

Fonte: Coluna Brasília DF / Correio Braziliense.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Solução engavetada 'Eduardo Campos'

O pré-candidato ao Palácio do planalto em 2014, Eduardo Campos foi claro ao criticar o governo da presidente Dilma Rousseff sobre as tragédias provocadas pelas chuvas nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais em sua pagina pessoal na internet.

Campos cobrou da presidente Dilma mais rapidez nos trabalhos para ajudar os atingidos pelas chuvas e lembrou que medidas de contenções das tragédias estavam engavetadas desde 2012 e só agora foram publicadas.

“Foi preciso que uma tragédia se abatesse sobre o Espírito Santo para que finalmente o processo avançasse. Ou seja, o governo não encontrou uma solução rapidamente; a solução estava na mesa, esperando para ser lida há dois anos. Este é o tipo de ineficiência administrativa que o brasileiro se cansou de ver, e que mostra que Brasília continua morando num Brasil bem diferente daquele que viu o povo ir às ruas no meio do ano”. Declarou Campos. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Caminhado para a Papuda 'José Genoino'

 
O mensaleiro e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores, José Genoíno, voltará a conviver com os companheiros, José Dirceu e Delúbio Soares, no Complexo Penitenciário da Papuda. É o que indica os últimos movimentos do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa.

No prédio onde o mensaleiro está hospedado, no Guará, cidade satélite de Brasília, não foi visto durante as festas natalinas nenhum companheiro visitando o mensaleiro, mas já é sabido que nas hostes petistas tem muitos militantes inconformados com o abandono dos companheiros pela legenda, ainda mais após a filha de Genuíno, Miruna Genoíno, expressar o sentimento de revolta numa carta aberta sobre a prisão de seu pai. 

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Herança maldita 'Aloísio Mercadante'

O poderoso ministro Aloísio Mercadante está de saída da Educação para a Casa Civil sem ter resolvido uma herança maldita deixada por seu antecessor, o hoje prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. A Polícia Federal tem indícios de que há vazamentos na distribuição das provas do Enem em alguns estados brasileiros.

A investigação é mantida sob sigilo para evitar desgaste ao ministro Mercadante e irritar a presidente Dilma que não foi informada dos detalhes desse problema que foi muito além do que foi divulgado em relação aos casos identificados em Minas Gerais.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Eleições 2014: Quem terá a cara do novo?


Os 100 milhões de eleitores e aqueles três candidatos que concorrem de verdade à Presidência da República em outubro de 2014 terão muitos encontros e desencontros antes que cada cidadão brasileiro tome o caminho das urnas. As mobilizações populares que surpreenderam o País em junho e as últimas pesquisas de opinião emitem um recado muito claro: o Brasil quer mudanças. Não necessariamente uma troca de comandante, mas um novo jeito de comandar e, sobretudo, um outro horizonte a perseguir. Portanto, sairá vencedor das urnas em 2014 aquele que se mostrar capaz de levar o País adiante com uma forma de governar que atenda às demandas cada vez mais concretas.

Os números, inicialmente favoráveis à presidenta Dilma Rousseff, não significam muito nesse início de 2014. Seu governo conta com aprovação superior a 60%, a intenção de voto beira a casa dos 45%, mas 66% dos brasileiros esperam que as coisas não continuem como estão. E é esse último percentual que serve de combustível tanto para os opositores que já estão com o bloco na rua como para aqueles que não assumem uma eventual candidatura, embora não fechem as portas para essa alternativa, como é o caso do ministro presidente do STF, Joaquim Barbosa.

Para tentar convencer o eleitor de que é o melhor candidato, o senador mineiro Aécio Neves, do PSDB, se colocará como o “único” de oposição, lugar que ocupa desde o primeiro mandato de Lula, e lançará ao País um programa de governo que faça um claro contraponto às gestões petistas, principalmente no que se refere à gerência dos recursos públicos. Pesquisas encomendadas pelos tucanos mostram que o eleitor quer um governo eficiente. As enquetes disseram aos tucanos que não importa o matiz ideológico do candidato. Importa, segundo os dados coletados pelo partido, o gerenciamento do setor público. A leitura feita pelo PSDB diz que não se trata mais de prometer escolas, como nas últimas campanhas, mas de mostrar como fazer a escola já existente ter qualidade. O mesmo vale para a saúde e para a segurança pública.


Antes do Carnaval, Campos pretende consolidar a aliança com o PPS – partido que parece ter retirado da área de influência dos tucanos – e busca novos parceiros para tentar obter maior tempo no horário eleitoral de rádio e tevê. Ele ainda aposta que possa ter a seu lado setores que hoje estão na base de apoio do governo como o PDT e o PTB. Menos conhecido dos candidatos, a propaganda eleitoral tem, para o governador de Pernambuco, uma importância maior do que para seus oponentes. A mensagem será a de continuidade sem continuísmo.

Já no QG governista, a maioria dos analistas acredita que haverá um retorno dos protestos, inclusive durante a Copa, mas aposta nas boas respostas que o governo tem a oferecer. O emprego e a renda continuam de pé como os trunfos mais vigorosos de Dilma Rousseff para manter a fidelidade de um eleitorado que Lula cultiva desde 2003. O salário mínimo será reajustado em 2014 com ganhos reais acima da inflação e os programas sociais mantêm seu inegável poder de atração. O programa Mais Médicos será apresentado como uma resposta bem aceita para populações que não possuem um único doutor para zelar por suas dores e doenças. Para o início do ano, a campanha petista está prestes a amarrar um acordo capaz de garantir quase a metade do tempo na tevê, uma vantagem sempre considerável.

Há, no entanto, um fator que tem preocupado os articulistas de Dilma. Seus quatro anos de governo marcaram uma convivência difícil no Congresso, em especial com o maior aliado, o PMDB, com uma estrutura capilar para pedir votos na porta de casa do eleitor – desde que a máquina esteja com vontade de fazer, embaixo, aquilo que se acerta em cima. Tratado de modo que julga oportunista e interesseiro, o PMDB ameaça responder na mesma moeda. Pode apoiar Dilma quando considerar que vale a pena, mas não fará o menor sacrifício se considerar que o risco é maior que o benefício.

 
 

Segundo o comando petista, o julgamento sobre o mensalão do PSDB/MG e as investigações sobre o propinoduto do metrô paulistano são temas que poderão favorecer a candidatura de Dilma. “Em caso de emergência, poderemos usar esses casos e mostrar que, no que diz respeito à gestão e à ética, eles não diferem daquilo que nos acusam”, disse um líder nacional do PT na quinta-feira 26. No embate com Eduardo Campos, os petistas acham que será difícil ao governador de Pernambuco fazer oposição a um governo que lhe forneceu recursos necessários para se tornar um presidenciável com vida própria. Num país que assistiu à emergência do “novo”, os próximos dez meses irão mostrar se alguém é capaz de decifrar a mensagem que os brasileiros trazem dentro de si. 

Fonte: Informações ISTOÉ / Guardian Notícias - redacao@guardiannototicias.com.br

Empresa estatal administrará o Mané Garrincha

estadio_manegarrinchaRevelação do chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa: o Buriti já decidiu a criação de uma empresa para administrar o Estádio Nacional Mané Garrincha.

De acordo com Berger, é uma decorrência natural da forte demanda do estádio para receber não apenas jogos de futebol, mas uma grande série de eventos. “Já se mostrou que o Mané Garrincha não será um elefante branco e, aliás, ninguém mais insiste nisso”, comenta o secretário.

Ele prevê, inclusive, que depois da Copa do Mundo se intensificará ainda mais o aproveitamento do estádio.

Por isso mesmo julga necessária a profissionalização do processo de gestão do Mané Garrincha.

Fonte: Jornal de Brasília – Coluna do Alto da Torre – Eduardo Brito / Posted by Sandro Gianelli.

Principais itens ficam para 2014

Em 2013, a Câmara Legislativa aprovou mais de 350 projetos de lei, mas a pressão popular e a falta de clareza levaram os distritais a suspenderem a definição sobre o PPCub e a Luos, que tratam da ocupação do solo em todo o Distrito Federal 

O plenário da assembleia candanga votou e aprovou muitos projetos, mas recuou naqueles que seriam os mais impactantes para todo o DF
 
O ano da Câmara Legislativa do Distrito Federal ficou marcado mais pelo que não foi votado do que pelo que foi aprovado pelos distritais. O Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) e a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos), duas matérias de maior interesse do Poder Executivo e da cidade, não tramitaram na Casa. A polêmica entre especialistas e a sociedade em geral e o fato de um deles ter sido contestado judicialmente levaram os deputados a manter os assuntos fora da pauta, desobedecendo inclusive a uma orientação do Palácio do Buriti.
 
Audiência pública sobre o PPCuB: entidades se uniram para evitar a tramitação do projeto neste ano

Os parlamentares também reclamaram do pouco tempo disponível para a discussão dos temas. Os dois projetos de lei começaram a ser elaborados ainda no início do governo Agnelo Queiroz (PT), em 2011, pela Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab). Mas as propostas sobre o uso e ocupação do solo na maior parte da capital federal só foram enviadas ao Legislativo no fim de 2012. O PPCub já vinha sofrendo críticas do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) por prever alguns itens polêmicos, que mais tarde seriam pontos de discórdia junto a entidades de arquitetura, urbanismo e proteção do patrimônio.

Em março de 2013, a eleição da Comissão de Assuntos Fundiários da Câmara Legislativa provocou contrariedade no Palácio do Buriti. Insatisfeito com a escolha de Cristiano Araújo (PTB) para a presidência do colegiado temático, o GDF decidiu retirar o PPCub e a Luos da pauta. “Isso foi muito prejudicial. O trabalho que já tínhamos feito, como audiências públicas, foi jogado por terra, já que não sabíamos como os projetos voltariam para a Casa”, reclama um distrital. As propostas só foram enviadas de volta no fim de setembro, com orientação para serem votadas até dezembro. 

Reação negativa 

Nessa época, entidades, como o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e o Instituto Histórico e Geográfico do DF (IHG/DF), já tinham se levantado contra a tramitação do PPCub. A arquiteta e urbanista Vera Ramos, integrante do IHG/DF, fez um estudo detalhado da proposta com base em itens apontados como preocupantes pelo MPDFT. Entre eles, estavam a previsão de parcelamento do canteiro central da porção oeste do Eixo Monumental, a criação de um novo setor habitacional ao lado da antiga Rodoferroviária, a liberação da Superquadra 500 do Sudoeste e a possibilidade de concessão de áreas públicas para a iniciativa privada no Plano Piloto e nas demais cidades da área tombada.

“A reação foi muito forte e não tínhamos como avançar na discussão para forçar uma votação ainda em 2013. Acabamos optando por adiar a apreciação”, explica o petista Cláudio Abrantes, relator do PPCub na Comissão de Assuntos Fundiários. Robério Negreiros (PMDB), relator das duas matérias na Comissão de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, diz que os distritais mandaram os dois casos para 2014 por causa da importância e da complexidade. “Não tínhamos conhecimento suficiente para votar rapidamente este ano. É o futuro da cidade que está em jogo. Sabemos que precisamos das leis, mas precisamos superar todas as dúvidas em torno delas”, ressalta.

"A reação foi muito forte e não tínhamos como avançar na discussão para forçar uma votação ainda em 2013. Acabamos optando por adiar a apreciação.”

Cláudio Abrantes, deputado distrital pelo PT

“Não tínhamos conhecimento suficiente para votar rapidamente este ano. É o futuro da cidade que está em jogo. Sabemos que precisamos das leis, mas precisamos superar todas as dúvidas.”

Robério Negreiros, deputado distrital pelo PMDB 

Aprovados em 2013 

» Projetos de lei  -  265
» Propostas de emendas à Lei Orgânica  -  10
» Projetos de leis complementares  -  17
» Projetos de decretos legislativos  -  51
» Requerimentos  -  135
» Moções  -  128
» Projetos de resolução  -  7

Fonte: Almiro Marcos - Correio Braziliense.

domingo, 29 de dezembro de 2013

QUEM REBAIXOU A PORTUGUESA??? por Raimundo Ribeiro


Tenho lido e ouvido muita coisa sobre o julgamento do STJD que envolve o jogador Héverton da Portuguesa, e lamentavelmente forçoso reconhecer que alguns profissionais do Jornalismo, cuja primeira atribuição é informar os fatos, tem sistematicamente utilizado espaços nos veículos de comunicação para fazer o contrário, isto é, desinformar o público. 

Vamos aos fatos: 

Há mais de dez anos, a CBF adotou pontos corridos para o campeonato brasileiro; 
Na última rodada, a CBF antecipou alguns jogos e manteve para domingo, no mesmo horário, as partidas que poderiam alterar a classificação final; 

A Portuguesa recebeu o Grêmio, precisando somar um ponto para afastar definitivamente o risco de rebaixamento, e o Grêmio por sua vez, precisava de um ponto para passar direto a fase de grupo da Libertadores, sem depender do resultado da partida Atlético-PR x Vasco; 

Ocorre que, a Portuguesa utilizou um jogador, no caso Héverton, irregularmente pois referido atleta tinha sido suspenso por dois jogos em razão de infração cometida no jogo contra o Bahia; 

Ao constatar a irregularidade, a CBF, como é sua obrigação, comunicou o fato ao STJD, que por sua vez, como é sua obrigação, após o devido processo legal, onde se garantiu amplo direito de defesa, aplicou o regulamento, que nesse caso, é de uma clareza solar, isto é, a equipe que relacionar um atleta sem condição de jogo, perde 03 pontos e mais os pontos que eventualmente tenha conquistado na partida que o atleta tenha jogado, no caso 01 ponto por força do empate; 

Estes são os fatos sobre os quais não pairam quaisquer dúvidas;

Vamos aos comentários: 

1. Houve virada de mesa? 

A virada de mesa ocorre quando não se aplica o regulamento da competição, alterando-se ilegalmente o resultado de campo, o que não aconteceu no presente caso, pois o regulamento foi aplicado corretamente.aliás, ocorreria virada de mesa se o STJD não aplicasse o que prevê o regulamento; 

2. A punição imposta a Portuguesa foi imoral? 

Não, pois a própria Portuguesa confessa ter relacionado um atleta de modo irregular, e essa irregularidade atrai uma sanção, que no caso, é a perda de 03 pontos e mais aqueles eventualmente conquistados. Qualquer equipe que participa de uma competição, concorda com o regulamento dessa competição, e a Portuguesa, como todos os outros clubes, concordou, não cabendo agora criticar o regulamento que ela mesma assinou; aliás, imoral é querer mudar o regulamento após a competição encerrada;

Daí, imperioso concluir que o STJD não rebaixou a Portuguesa, apenas aplicou o regulamento aceito por todos os participantes; 

Então, quem rebaixou a Portuguesa?

Foram os erros da própria Portuguesa; o primeiro e principal, ter relacionado um atleta suspenso; depois querer culpar o próprio advogado do clube, depois tentar se vitimizar como se a incompetência pudesse transformar o autor de um ato relapso em "coitadinho" isento de pena, e finalmente tentar jogar a própria culpa nos outros clubes, no caso o Fluminense; 

Ora, o Fluminense já tem seus próprios erros e pelos quais deve ser penalizado, não precisando e nem podendo assumir as culpas de outros clubes; 

É verdade que o Fluminense será beneficiado nesse episódio, mas nada fez para que ele acontecesse, que como já comprovado acima, aconteceu por ato exclusivo da Portuguesa.Poderia ser o Vasco o beneficiário, caso tivesse empatado com o Atlético-PR;

Reposta a verdade dos fatos, cumpre lamentar que alguns jornalistas insistam em querer a virada de mesa, em querer culpar o Fluminense, e em querer culpar o STJD pelos erros da Portuguesa, prestando um desserviço à informação e a verdade; 

Alguns por desconhecerem o tema, e outros por estarem a serviço de interesses inconfessáveis, mas em nenhum dos casos é possível desculpá-los pois quando travestidos de jornalistas esportivos devem informar com isenção; 

Ao torcedor, não se pode exigir isenção, pois movido pela paixão legitima, mas ao profissional do Jornalismo, indesculpável tal conduta; 

Ao Fluminense, se injustas as criticas no presente caso, justas são as criticas à forma como o clube foi conduzido ao longo de 2013;

Um time que tinha acabado de ser campeão (2012), nunca se impôs como tal, conformando-se em ser mero participante do Carioca, da Libertadores, da Copa do Brasil e do Brasileirão. 

Resumindo: a direção do Fluminense não está à altura da grandeza do clube. 

Espero que tenham aprendido e em 2014 não envergonhem sua legião de Guerreiros torcedores. 

Fonte: Raimundo Ribeiro - Advogado

Ex-senador Luiz Estevão volta à cena política


Apesar de ver o seu clube, o Brasiliense Futebol Clube, ser rebaixado para a Série D de 2014, o ex-senador Luiz Estevão, se prepara para ser um dos astros da política na capital brasileira. Presidente de fato do PRTB no DF, o ex-senador foi cassado pela justiça em junho de 2000 e teve seus direitos políticos suspensos até 2016, o que não lhe permitirá ser candidato no próximo ano.

Apesar dos pesares, o empresário prepara com muito cuidado uma nominata com 48 pré-candidatos à Câmara Legislativa no DF. Vai dar barulho! Apesar de a previsão ser de apenas 48 candidatos, 76 pessoas já procuraram a sede do PRTB e se inscreveram como pré-candidatos. Por falar em sede, trata-se de uma sofisticada mansão na Península dos Ministros no Lago Sul em Brasília, ao lado das residências dos presidentes da Câmara e do Senado. De segunda a sexta-feira, o ex-senador dá expediente por lá e recebe pré-candidatos da Ceilândia ao Sudoeste, de Brazlândia ao Gama, todos com sonho de fazer parte da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O plano do empresário e político, é eleger pelo menos quatro deputados distritais, mas o seu partido poderá surpreender os brasilienses. Nos bastidores da política candanga, o nome mais comentado para disputar o Palácio do Buriti, é o do ex-governador Joaquim Roriz, filiado ao PRTB. A filha de Roriz, a deputada distrital Liliane, também filiada ao partido de Estevão, está muito bem nas pesquisas e, ao que tudo indica tem chances de obter votação expressiva para a reeleição, quando poderá ultrapassar a barreira dos 40 mil votos. Com o objetivo de ocupar o espaço das mulheres, outros nomes de peso se apresentaram na mansão do PRTB, presidido nacionalmente pelo paulista Levy Fidelix, são elas: A funcionária pública, Cláudia Neves de Souza; Patrícia Roriz, ex-esposa do ex-deputado Tadeu Roriz; a radialista Miriam Cristina; Adelía Frejat, sobrinha do ex-deputado Jofran Frejat; entre outras. Na ala masculina, destacam-se: O radialista e apresentador de televisão, Toninho Pop; o ex-deputado distrital Marcos Arruda; o atual prefeito de Água Fria-GO, no Entorno de Brasília, João de Deus; o líder comunitário Juarezão de Brazlândia; o ex-delegado Fernando Fernandes, conselheiro tutelar em Ceilândia; Rony Andrade de Samambaia; o jovem Ivan José, ligado nas redes sociais; Júnior carvalho, presidente da Associação Comercial de São Sebastião; o pastor Marco Nogueira do Gama; o Vilela, líder espiritual do Vale do Amanhecer, entre outros.Como se vê, diversos segmentos sociais estão representados no PRTB do ex-senador Luiz Estevão.

Entrevistamos a funcionária pública, Cláudia Neves Souza: “Sou baiana, mas moro em Brasília há 20 anos e sou funcionária comissionada da Secretaria de Trabalho. Aqui em Brasília, fiz uma legião de amigos nessas duas décadas que moro na cidade. Sou pré-candidata a deputada distrital, com o objetivo de incrementar o esporte, principalmente o esporte considerado de elite, como; o Jiu-Jitsu, o MMA, o voleibol e o basquete. Nessas modalidades, o jovem pobre não tem a menor chance. Portanto, faço um trabalho promovendo eventos esportivos em todo o DF, com o objetivo de tirar das ruas, os meninos e meninas carentes, na maioria com algum desajuste social. O PRTB é um partido muito charmoso em Brasília, que dá oportunidade ao negro, ao trabalhador na Zona Rural e variadas atividades que determinados partidos não valorizam. E mais, temos em nossos quadros, o maior líder político de Brasília, o Joaquim Roriz, o pai dos pobres”, finalizou.

Acredita-se que Roriz poderá disputar o Palácio do Buriti, tendo ao seu lado como vice, a apresentadora de TV, Flávia Arruda, esposa do ex-governador José Roberto Arruda. Na última semana do mês de janeiro de 2014, ocorrerá uma grande reunião do PRTB, com todos os seus pré-candidatos, oportunidade me que Roriz deverá ser aclamado como pré-candidato oficial ao GDF.

Certamente Luiz Estevão voltará à política em alto estilo, e com possibilidades reais de eleger o governador em 2014 e uma bancada forte para a Câmara Legislativa do DF. Quando estiver livre da justiça em 2018, Luiz Estevão, poderá realizar o sonho de se candidatar a governador do Distrito Federal.

Por: Walter Brito

Fonte: Blog da Cris - crisoliveralves.