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Brasília, Distrito Federal, Brazil
Um blog comprometido com o resgate da cidadania."O aspecto mais importante do caráter de Cristo, foi sua confiança na grandeza da alma humana". É necessário enxergar a verdade sobre o mundo e sobre nós mesmos, ainda que ela nos incomode e nos seja desagradável.

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sábado, 5 de abril de 2014

PI: governador Wilson rompe com o PT e renuncia mandato

O governador do Piauí, Wilson Nunes Martins (PSB), renunciou nesta sexta-feira ao mandato para disputar uma vaga ao Senado. Martins se afasta do governo em meio a um rompimento com o PT, partido que o ajudou a eleger em 2011. Em seu lugar, assume o empresário Antônio José de Morais Filho, o Zé Filho (PMDB), atual vice de Martins.

A solenidade de posse ocorreu na Assembleia Legislativa e às 11h será a transmissão de cargo no Palácio de Karnak, sede do poder estadual. "Deixo o governo com o sentimento de dever cumprido. Os resultados são altamente positivos em todos os aspectos e as metas foram cumpridas acima do que foi projetado", disse Wilson Martins.

Nos últimos meses, o cenário político no Estado é de reviravoltas. O governo de Martins trocou o PT pelo PSDB, e montou um bloco de aliança com cerca de 17 partidos. Com aval do PMDB e da base, o governador lançou o deputado federal Marcelo Castro (PMDB) como pré-candidato a sucessão estadual. A vaga de vice foi destinada ao PSDB, que indicou o nome do ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB).

O bloco governista terá como adversário o senador Wellington Dias, pré-candidato do PT nas eleições, que foi governador do Estado por dois mandatos. Wilson Martins foi vice do PT no segundo governo de Dias. Sem entendimento para a chapa majoritária e a relação já arranhada com o PT, Wilson Martins decidiu romper com os petistas.

Com o racha, a pré-candidatura de Dilma Rousseff terá dois palanques no Piauí. Um apoiado pela chapa de Wellington Dias (PT) e o outro com o deputado Marcelo Castro, que já declarou que votará em Dilma. Wilson Martins, que será candidato ao Senado, pedirá votos para Eduardo Campos, pré-candidato do PSB, e Sílvio Mendes, do PSDB que é vice do PMDB, votará em Aécio Neves.

Sem estresse

O novo governador Zé Filho garantiu que irá priorizar nos nove meses as áreas de segurança e saúde. Ele disse ainda que fará um governo "sem estresse" e com mudanças no primeiro escalão. Negando boatos de que poderá sair candidato à reeleição, Zé Filho garante que seu candidato é o deputado Marcelo Castro.

Fonte: Terra

Alcançado pelo fogo amigo 'André Vargas'

O vice-presidente petista da Câmara dos Deputados, André Vargas, está sendo bombardeado pelo fogo amigo palaciano. A intenção de quem mirou o canhão para Vargas é de enterrar de vez a história do volta Lula e evitar que o escândalo da operação Lava Jato da Polícia Federal, force uma abertura de CPI.

Há quem aposte que o envolvimento de Vargas com o esquema é bem maior e alcança a cúpula petista. Aos poucos estão sendo vazados fatos para evitar que o conjunto fortaleça ainda mais o escândalo.

Para piorar a situação o Psol enviou um oficio para a mesa diretora da Câmara para que a corregedoria da Casa investigue a fundo a relação entre Vargas e o doleiro paranaense Alberto Youssef.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Canoa dupla 'Renan Calheiros'

O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, continua com os pés em duas canoas e controlando o andamento do Congresso. Ao ler o pedido de instalação das duas CPI da Petrobras, Renan conseguiu desagradar a gregos e troianos.

Mas, a oposição foi mais rápida que governo e correu para protocolar um pedido de CPI mista. O pedido protocolado pelo senador tucano, Aécio Neves, é para ser lido em sessão do Congresso Nacional que está marcada para o dia 15 de abril, mas a oposição pressiona o presidente Renan para marcar uma sessão extra.

Mais uma vez o presidente do Congresso saiu de uma sinuca e o que se sabe é que Renan continuará com um pé em cada canoa, pois ao remeter para a CCJ do Senado a questão de instalação de CPI com fatos determinados acrescidos, o presidente atrasa a instalação da CPI agradando ao governo, mas dá vitória parcial a oposição, que esperava que o presidente rejeitasse o pedido de instalação da CPI.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Oposição pode ganhar reforço na CLDF

raimundo ribeiroNos gabinetes do Palácio do Buriti, assessores estão preocupados com a possível cassação do mandato, pelo TRE/DF, do deputado distrital Washington Mesquita. O motivo? Com a saída de Mesquita, quem assume é o suplente Raimundo Ribeiro (PSDB), que é experiente advogado e principal força política de oposição ao governo de Agnelo Queiroz.

Se RR entrar, a Câmara Legislativa ficará bem movimentada. E se vier Tatu do Bem…

Fonte: Donny Silva.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Doleiro preso: PF aponta sociedade entre André Vargas e doleiro preso

O deputado André Vargas atuava como espécie de lobista do doleiro Alberto Youssef, “exercendo influência” no governo, de acordo com relatório da PF

Nas conversas interceptadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef e o vice-presidente da Câmara, André Vargas, demonstram ter muito mais do que uma relação de amizade.


O deputado André Vargas (PT/PR), vice-presidente da Câmara, repetindo gesto dos mensaleiros presos 

Em quase cinquenta mensagens registradas pela PF, André Vargas recebe orientações do doleiro, combina reuniões com Youssef e chega a passar informações das conversas que ele, como parlamentar do PT, mantinha com integrantes do governo. Como é natural nesses diálogos nem sempre edificantes flagrados pela polícia, Vargas e Youssef adotam a precaução de conversar em códigos. Para Polícia Federal, no entanto, os registros colhidos na operação mostram que Vargas faz parte de projetos de Youssef e usa sua influência no governo em benefício do parceiro.

Nas mensagens obtidas pela polícia, Vargas e Youssef tratam de interesses do laboratório Labogen Química Fina e Biotecnologia no Ministério da Saúde. Como VEJA revelou há duas semanas, a Labogen é uma das empresas do esquema do doleiro. A Polícia Federal já descobriu que a empresa – que está no nome de um laranja de Youssef e é tudo menos um laboratório farmacêutico – já havia conseguido fechar uma parceria com o Ministério da Saúde pela qual receberia 150 milhões de reais em vendas de remédios para o governo. No dia 26 de fevereiro deste ano, Vargas escreve para Yousseff: “Reunião com Gadelha foi boa demais... Ele garantiu que vai nos ajudar, que sabe da importância, e encaminhou reunião decisiva dia 18, mas pediu que entregássemos os medicamentos da primeira PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo) e concluíssemos Anvisa, boas práticas aqui em BSB”. O doleiro elogia o empenho de Vargas: “Que bom. Parabéns.” E diz que já estão prontos para a Anvisa. “Muito bom”, finaliza Vargas.
 
 Jatinho fretado pelo doleiro Alberto Youssef (preso) para o vice-presidente da Câmara dos Deputados André Vargas (PT/PR)

Para a Polícia Federal os termos da conversa não deixam dúvidas: “Os indícios presentes nesta conversa apontam que o interlocutor não identificado (André Vargas) faz parte do projeto da Labogen junto ao Ministério da Saúde, e possivelmente atua exercendo influência junto aos responsáveis pela contratação do governo.” Falando sempre em códigos, André Vargas e o doleiro falam da necessidade de marcar uma reunião com um interlocutor identificado por Vargas pelas iniciais “PP”. Aparece na conversa também o nome de um certo “Marcos”.

No dia 7 de março, outra conversa chama atenção dos investigadores. Até então, os agentes da Polícia Federal consideravam a possibilidade de André Vargas ser apenas um homônimo do vice-presidente da Câmara. As evidências de que se trata mesmo do deputado federal petista aparecem quando o próprio Vargas combina um encontro com Youssef: “Quer fazer eu, você e Marcos segunda de noite em Brasília (sic)?”, pergunta o doleiro. “Tenho reunião com deputados. PP falou de fazermos na quinta”, responde André Vargas. “A partir dessa afirmação, ficam contundentes os indícios de que o interlocutor possui contatos no Congresso, pois tem marcada uma reunião com deputados, provavelmente em Brasília”, registra a PF no relatório.

Ainda segundo a PF, as negociações entre André Vargas e o doleiro no Ministério da Saúde eram realizadas a partir do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério, Carlos Augusto Grabois Gadelha, e de Eduardo Jorge Valadares, diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, órgão do Ministério da Saúde. Além dos servidores, o próprio ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, atualmente pré-candidato petista ao governo de São Paulo, é citado nominalmente no inquérito da Polícia Federal justamente por ter assinado o contrato com o laboratório do doleiro.

Ao jornal Folha de S.Paulo, que revelou parte das conversas hoje, Vargas negou qualquer contato com os servidores citados pela Polícia Federal. Na semana passada, porém, o vice-presidente da Câmara também negava ter participado de qualquer reunião com o doleiro em Brasília ou intermediado qualquer interesse de Youssef. “Eu só conversava com o Youssef em Londrina, no aeroporto ou num posto de gasolina. Como eu sou um cara que tenho muita influência no partido do governo, ele queria saber o que estava acontecendo na política, na economia. Ele queria saber dos cenários econômicos, políticos e eu só dava os meus pitacos”, disse Vargas. Com o lobby e as reuniões de Vargas em favor do doleiro escancaradas, tem-se agora a demonstração do que pode estar por trás de um simples “pitaco”.

Fonte: Robson Bonin- Revista VEJA.

Doleiro preso: Presente a André Vargas custou R$ 100 mil

Pivô de um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado até 10 bilhões de reais, o doleiro Alberto Youssef é um antigo conhecido de André Vargas

Em mensagens interceptadas pela Polícia Federal, vice-presidente da Câmara trata Alberto Youssef como “irmão”; “Se eu soubesse que ele estava sendo investigado de novo, não teria falado com ele”, diz Vargas

Jatinho do doleiro Alberto Youssef

Quando fretou um avião particular para as férias do vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT/PR), o doleiro Alberto Youssef não estava fazendo apenas um favor para um político influente no governo da presidente Dilma Rousseff. Vargas era mais do que isso para o doleiro. Ambos tratavam-se como irmãos. Nas conversas interceptadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, o deputado petista não esconde a euforia ao agradecer Youssef pelo aluguel do jato: “Valeu irmão.” Um verdadeiro presente de irmão mesmo. Documentos obtidos por VEJA revelam que o aluguel do Learjet 45, fretado para transportar a família do petista de Londrina (PR) a João Pessoa, na Paraíba, custou 100.000 reais.

O deputado petista André Vargas, em férias, na Paraíba

Pivô de um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado até 10 bilhões de reais, o doleiro Alberto Youssef é um antigo conhecido de André Vargas. Como VEJA revela na edição desta semana, Vargas e Youssef moram na mesma cidade, Londrina, se conhecem há vinte anos e, nos últimos anos, com a chegada de André Vargas a cargos importantes no Congresso, conversavam rotineiramente sobre negócios variados. “Ele me procurava para avaliar investimentos, colher informações, trocar ideias”, disse Vargas na semana passada. Nessa “troca de informações” entrariam dados valiosos sobre o programa Minha Casa Minha Vida – cujo relator foi justamente André Vargas, na Câmara – e negócios do doleiro no Ministério da Saúde.


Foi interceptando o telefone BlackBerry, o mesmo modelo utilizado por André Vargas, que a Polícia Federal estabeleceu o vínculo do doleiro com o deputado petista. No dia 2 de janeiro, véspera da viagem de férias da família, Vargas e Youssef trocaram vinte mensagens sobre o avião. “Tudo certo para amanhã. Daqui a pouco te passo o tel do comandante... Duração do voo: 3h45 minutos, João Pessoa, Paraíba”, avisa Youssef a Vargas. “Tem o telefone da América?”, pergunta o deputado, referindo-se ao hangar aonde o avião chegaria. “Da América, não. Mas é só buzinar no portão que eles abrem”, orientou o doleiro. “Valeu irmão”, devolveu Vargas. “Boa viagem e boas férias abs (sic)”, responde Youssef.
 
A proprietária do jato disponibilizado por Youssef ao vice-presidente da Câmara é a Elite Aviation, uma empresa de taxi aéreo de Salvador, na Bahia. O dono da empresa, Bernardo Tosto, conta que o voo de André Vargas foi acertado diretamente com uma agência de São Paulo, que intermediou o contrato com o cliente no Paraná. “Eu não sei nem quem é esse doleiro e esse deputado. Não gosto da política brasileira e não trabalho com isso. Eu fretei o avião para uma empresa de agenciamento de voos. Não preciso saber quem entra no avião. Só tenho que saber que o dinheiro é lícito”, diz Bernardo, que confirmou os valores pagos pelo fretamento da aeronave, mas não quis revelar o nome da agência que intermediou o contrato. Jatos luxuosos como o disponibilizado ao petista costumam vir acompanhados com mimos a bordo, como bebidas caras, chocolates e até pratos sofisticados. A empresa nega, no entanto, que o voo de André Vargas e sua família, com duração de 3 horas e 45 minutos, tenha contato com tais mordomias.
 
 Jatinho fretado pelo doleiro Alberto Youssef (preso) para o vice-presidente da Câmara dos Deputados André Vargas (PT/PR)

Na sexta-feira, quando foi ouvido por VEJA, André Vargas negava ter obtido qualquer vantagem a partir da amizade com o doleiro. Na verdade, nem a relação de proximidade o deputado confirmava: “Amizade é uma palavra sagrada. Não dá para dizer que ele é meu amigo. É no máximo um conhecido corriqueiro. Eu tinha ele como um cidadão comum, que tinha passado por problemas como outros passaram. Posso ter incorrido em alguma coisa imprópria, mas eram apenas conversas, nada ilegal. Se eu soubesse que ele estava sendo investigado de novo eu não teria falado com ele”, disse Vargas. Questionado se o doleiro havia providenciado um avião para sua viagem, André Vargas despistou: “Esse negócio de avião quem está espalhando é o deputado Fernando Francischini, mas não existe isso.” Hoje, porém, ao jornal Folha de S.Paulo, que revelou a viagem de Vargas, o deputado mudou o discurso. Disse que pediu o avião porque os voos comerciais estavam muito caros no período. "Não sei se o avião é dele, ele foi dono de hangar e eu perguntei se ele conhecia alguém com avião", disse o petista.

Fonte: Robson Bonin - Revista VEJA.

Cristiano Arrudeou?


Se a imagem desse carro estiver certa, o deputado distrital Cristiano Araújo (PTB) é mais Arruda do que nunca.
 
Será que Cristiano curtiu o adesivo?

Fonte: Odir Ribeiro.

Demissões em série 'GDF'

urna eleicao 2014Até a sexta-feira, uma série de outros secretários devem deixar o cargo para se candidatar.

Na sua maioria devem ser substituídos por auxiliares próximos, mantendo as quotas partidárias, o que vale para as vertentes do PT.

Estão na lista as secretarias da Mulher, da Infância, do Esporte, da Habitação, do Meio Ambiente, do Entorno, do Desenvolvimento Social e, muito provavelmente, do Trabalho.

Fonte: Jornal de Brasília – Coluna do Alto da Torre – Eduardo Brito / Posted by Sandro Gianelli.

Campanella quer aparecer; Desta vez, ataca Arruda…

CLDF , MARCO ANTONIO CAMPANELLA,DFTRANS DATA: 12-06-12 FOTO: PAULA CARVALHOO atual diretor-geral do DFTrans e pré-candidato a deputado federal, Antônio Campanella (PPL), em entrevista ao portal Plano Brasília atacou duramente o ex-governador José Roberto Arruda, mas evitou falar (aliás, nem foi questionado a respeito) sobre as muitas denúncias que envolvem sua gestão.

A ONG Adote um Distrital entende que a presença de Marco Antônio Campanella no órgão intimida funcionários que apuram os esquemas de corrupção, e por isso ingressou com pedido de afastamento de Campanella do cargo de diretor-geral do DFTrans em novembro passado junto a procuradora-geral do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, Eunice Carvalhido.

Também um grupo de auditores fiscais de transporte denunciou uma série de irregularidades na gestão de Marco Antonio Campanella à frente do DFTrans na reunião extraordinária da Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 2013. Os auditores alegaram que estavam sendo impedidos de exercer suas funções e estavam sendo “humilhados, achacados e perseguidos” pelo diretor-geral do órgão.

Inexplicavelmente Campanella permanece no cargo e sonha ser eleito deputado federal pelo PPL.

Fonte: Postado por Donny Silva

PMDB/DF discutindo a relação


De acordo com o Blog do Cafezinho, o PMDB/DF mais uma vez está discutindo a relação com o PT/DF.

Uma reunião com o presidente e vice-governador Tadeu Filippelli pode mudar o rumo das coisas.

Os acordos não cumpridos seria o motivo do descontentamento da cúpula do PMDB.

Parece que já vimos esse filme antes.

Fonte: Odir Ribeiro

Secretário será coordenador e não candidato 'Rafael Barbosa'

Rafael-BarbosaO secretário de Saúde, Rafael Barbosa não deve mais ser candidato a deputado federal. Atenderá a apelo do governador Agnelo Queiroz, com quem se reuniu três vezes nos últimos sete dias, para coordenar sua campanha à reeleição. A alternativa de candidatura ainda existe, mas tornou-se pouco provável. Não só Agnelo precisa de Rafael, como as chances de eleição do secretário não eram exatamente brilhantes.

Ciumeira interna

O substituto natural de Rafael Barbosa seria o adjunto Elias Fernando Miziari, normalmente quem aparece quando as coisas ficam feias. Miziara tem toda a confiança do Buriti e mantém relações cordiais com Barbosa. Mas as equipes de um e de outro têm o mau hábito de trocar farpas, sempre que as condições permitem. Ou que não permitem.

Fonte: Jornal de Brasília – Coluna do Alto da Torre – Eduardo Brito / Posted by Sandro Gianelli.

O ex-assessor 'Patricio'

Mais um ex-assessor bomba promete sacudir os bastidores da política.

O alvo é o ex-cabo deputado. Mais uma vez as redes sociais serviram como “garota de recado.”

Só resta saber se as denúncias terão curso. Esse filme já foi visto antes. Só os personagens que estão trocados.

Fonte: Odir Ribeiro.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Recado do Delegado Laerte Bessa 'PCDF'

Passei quase 30 anos na Polícia Civil do Distrito Federal, dos quais oito foram como diretor-geral. Durante esse período, com a experiência adquirida, aprendi a identificar falsários, mentirosos, puxa-sacos, interesseiros, covardes, corruptos, omissos, caguetas, torturadores, entre outros tipos de pessoas. Com alguns, cheguei a conviver diretamente.

Após me aposentar como delegado, passei a advogar na área criminal, que domino graças ao meu trabalho desenvolvido na PCDF, e especializei-me na atuação em tribunais de júri. Antes de aceitar ou não uma causa, realizo um estudo aprofundado sobre o fato, o réu e todas as circunstâncias que envolvem o crime. Escolho, dessa forma, meus clientes e opto por defender apenas aqueles que acredito merecerem absolvição. 

Como delegado aposentado e por tudo que já presenciei na Polícia, entendo que bandidos devem pagar por seus crimes e, por questões éticas, jamais advogaria em favor desse tipo de gente.

Na Polícia e também fora dela, ao longo de meus quase 60 anos, fiz muitos amigos, com os quais faço questão de confraternizar. Sou uma pessoa leal e fiel àqueles que estão ao meu lado. Quem convive comigo e me conhece, sabe disso. Por outro lado, aqueles que não me conhecem, muitas vezes, querem afirmar coisas a meu respeito que não fazem jus ao que realmente sou. Por fim, tenho minha consciência tranquila e continuarei trabalhando pela Segurança Pública em nosso país, contando com o apoio de todos que acreditam que nós, cidadãos de bem, merecemos qualidade de vida. 

As polícias continuam abandonadas e carentes de bons representantes. Continuarei lutando, como sempre fiz, para resgatar a dignidade de nossos policiais.

A todos uma boa tarde.

Laerte Bessa

Fonte: Facebook

Começo de disputa 'Eduardo Campos'

Essa é a última semana de Eduardo Campos à frente do governo de Pernambuco e já se despedindo, Campos lançou o programa de mapeamento a laser do Estado e aproveitando a ocasião, disse não temer as investigações na Petrobras e que o governo pode mudar o escopo da CPI a qualquer momento e ficar a vontade para investigar o porto de Suape, e disse mais: "De um lado vejo como atitude infantil, do outro percebo como se fosse quase uma confissão de que tem alguma coisa errada", repetiu, ao frisar que "as questões da Petrobras não foram criadas por nenhum de nós". "A Petrobras não perdeu a metade do valor na bolsa por iniciativa nossa; não se endividou quatro vezes mais que era por qualquer decisão nossa; não fomos nós que dissemos que se tivesse tido acesso a todos os documentos não teria votado pela compra da refinaria (Pasadena, nos Estados Unidos) nos termos em que ela foi comprada no estrangeiro".

Pelo visto, Eduardo Campos, que já está de malas prontas para morar em São Paulo durante a corrida presidencial, vai dar trabalho a presidente Dilma Rousseff em outubro e pretende sempre pedir explicações ao Planalto sobre a crise que se abateu na maior empresa brasileira.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Rolo compressor ' Luciano Coutinho'

Depois de conseguir o sucesso com a CPI da Petrobras, a oposição vem se animando para colocar mais lenha na fogueira.

Dessa vez estará na mira, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O problema é que a caixa preta do BNDES, com certeza alcança grande parte da oposição.

Algumas denúncias já chegaram às mãos de candidatos presidenciáveis, que em conversa com lideranças estão cautelosos, mas insistirão em assustar o Palácio do Planalto com o presidente do banco, Luciano Coutinho, envolvido em denúncias.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Apagando fogo com gasolina I 'Lula & Paulo Roberto da Costa'

O ex-ministro das Cidades e deputado federal pelo PP, Mario Negromonte, quando perguntado quais eram a relação do partido com o diretor da Petrobras preso durante a operação Lava Jato da Polícia Federal, Paulo Roberto da Costa, não titubeia e tem a resposta na ponta da língua: "Quem tinha contato direto com ele era o Lula. É isso que a gente sabe".

Pelo visto ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou de vez na crise que abate a maior empresa brasileira.

Fonte; QuidNovi por Mino Pedrosa.

O Juiz tinha razão. 'Joaquim Barbosa acusa governador do DF de não investigar regalias a mensaleiros'

 Ministro diz que Agnelo Queiroz ‘contribui para que as ilegalidades se perpetuem’

BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, acusou o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz de não querer investigar as denúncias de favorecimento aos presos do mensalão. Em despacho assinado nesta terça-feira, Barbosa critica o governador petista por ter pedido uma investigação contra o Juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execução Penal do DF, apenas porque o magistrado quis apurar as denúncias de regalias aos mensaleiros petistas.

Juiz Bruno Ribeiro
"Em atitude de claro desdém para com a autoridade judicial, e desconsiderando o fato de as irregularidades terem sido divulgadas amplamente e comunicadas pelos órgãos do Ministério Público e Defensoria Pública em atuação junto à VEP, o governador do Distrito Federal deu indicação clara da sua falta de disposição para determinar a apuração dos fatos narrados e oferecer solução para o problema posto: sugeriu que não estaria obrigado a prestar qualquer informação, apesar de o pedido ter sido emanado de juízo competente", diz o despacho de Barbosa.

Veja também:






Juiz Bruno Ribeiro
O Juiz Bruno Ribeiro deixou a VEP depois que o governador Agnelo enviou ao Tribunal de Justiça do DF pedido de investigação contra o magistrado. No despacho, Barbosa manda o caso para exame do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que a decisão do TJ seja revista e que o juiz possa voltar a atuar na VEP. O presidente do STF pede ainda que todos os ofícios enviados pelo juiz Bruno ao governo de Brasília cobrando investigação das denúncias de regalias sejam novamente remetidos às autoridades locais para que o caso seja esclarecido.

O governador reclamou do juiz da VEP depois de receber um ofício cobrando explicações sobre as denúncias de regalia aos mensaleiros. Agnelo alegou que o juiz não tinha competência para se dirigir diretamente a um governador. Joaquim Barbosa ressaltou que a reação do governador era desmedida levando em conta que inúmeros outros ofícios da VEP já haviam sido enviados ao ele sem que houvesse reação alguma.

"Saliente-se, mais uma vez, que o magistrado delegatário não praticou qualquer irregularidade. Ao contrário, agiu no estrito cumprimento da delegação da execução penal que lhe foi outorgada por este Supremo Tribunal e, em nome desta Suprema Corte, solicitou as informações aos agentes políticos responsáveis pelo adequado funcionamento dos estabelecimentos prisionais, buscando, com isso, zelar pelo correto cumprimento das penas. Ademais, note-se que as irregularidades encontram minimamente suporte probatório, inexistindo qualquer razão para a inação dos órgãos responsáveis em apurar e suprimir as aparentes regalias com que vêm sendo beneficiados os presos condenados nos autos da AP 470. Ao deixar de prestar as informações solicitadas pelo juízo delegatário, o Governo do Distrito Federal contribui para que as ilegalidades se perpetuem, impedindo que seja alcançado o fim ressocializador e reeducador da pena aplicada por este Supremo Tribunal Federal".

Hoje, a VEP autorizou o ex-deputado João Paulo Cunha, condenado a regime semiaberto no processo do mensalão, a sair durante o dia para trabalhar.

Fonte:  O Globo.

Dedos cruzados 'Aécio Neves'

O ex-presidente Lula, desde 2002 é visto como bicho papão eleitoral, elegeu a presidente Dilma Rousseff e ajudou a aumentar a bancada petista no Congresso Nacional e ajudou a eleger outros tantos parlamentares da base aliada que pegaram carona na sua fama e prestigio.

Mas, com a presidente Dilma em queda nas pesquisas e o coro do volta Lula nos corredores do Congresso, o ex-presidente parece não abalar a confiança do tucano, Aécio Neves, que durante um almoço com 400 empresários paulistas disparou na direção de São Bernardo do Campo: "Ouço sempre que pode haver uma mudança de candidatura no campo governista. Mas para mim não importa se o adversário será o ex-presidente Lula ou a presidente Dilma", disse. "Quero é derrotar um modelo que não vem fazendo bem para o Brasil".

Há quem aposte que o tucano ao proferir essas palavras estava de dedos cruzados, não querendo sequer imaginar, a volta de Lula na disputa de 2014.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Ajudando na marra 'Dilma Rousseff'

O PMDB viu na CPI da Petrobras uma forma de aparar as arestas com o Palácio do Planalto nos estados. O Planalto entendeu o recado e tratou de reorganizar o jogo eleitoral, ajeitando a vida de seu principal aliado.

No Ceará, o líder do PMDB do Senado, Eunicio Oliveira é o candidato da base da presidente Dilma Rousseff.

No Maranhão, onde uma forte ala petista queria apoiar a candidatura do presidente da EMBRATUR, Flavio Dino, sentiu na pele a ordem da executiva nacional, que é para fortalecer a aliança com a governadora maranhense, Roseana Sarney.

Na Paraíba, o Partido dos Trabalhadores vai ter de apoiar o irmão do senador, Vital do Rego, Veneziano Rego ao governo do Estado, e em Goiás onde o PT estava decidido só apoiar o PMDB se o candidato fosse Iris Resende, teve de engolir o empresário Junior Friboi.

A reação política a essa estratégia já deu uma folga ao Planalto e os senadores peemedebistas já apoiam a mudança no escopo da CPI, mas na verdade a presidente Dilma Rousseff corre sérios riscos de passar a campanha fragilizada e tendo que dar explicações a todo momento.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.

Promessa de campanha 'Henrique Eduardo Alves'

Durante a campanha para ocupar a principal cadeira da Câmara dos Deputados, o atual presidente, Henrique Eduardo Alves, percorreu todas as lideranças partidárias para mostrar a seus pares como pretendia atuar durante o período que fosse presidente e como implantaria uma nova gestão na casa.

Agora, uma dessas promessas começa a sair do papel. Henrique dizia as bancadas que sua gestão seria baseada em pesquisas e que contrataria um grande marqueteiro para delinear ações para melhorar a imagem da Câmara dos Deputados, em sua fala dizia que iria contratar o marqueteiro da presidente Dilma Rousseff, João Santana.

Nas próximas semanas vai sair o edital para a contratação da agencia, o valor do contrato é de R$ 10milhões. Pelo andar da carruagem, a nova agencia só entrará em ação em 2015 e Henrique espera nesta data, está sentado na principal cadeira do governo Potiguar.

Fonte: QuidNovi por Mino Pedrosa.