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Um blog comprometido com o resgate da cidadania."O aspecto mais importante do caráter de Cristo, foi sua confiança na grandeza da alma humana". É necessário enxergar a verdade sobre o mundo e sobre nós mesmos, ainda que ela nos incomode e nos seja desagradável.

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terça-feira, 2 de agosto de 2011

DANIEL NA COVA DOS LEÕES - 'AGNELO...AGNELO...'

Episódios inéditos relatados pelo irmão de Daniel em sua saga com Agnelo Queiroz.


A passagem do então Diretor Agnelo dos Santos Queiroz Filho pela Anvisa foi desastrosa e cheia de denúncias.

A empresa União Química que tinha como assessor para assuntos confidenciais do presidente da empresa Fernando de Castro Marques o Sr. Daniel Tavares de Almeida, trouxe à luz histórias no mínimo rocambolescas que tem o alto escalão da República como foco de denúncias.

                                  Daniel é o segundo da esquerda para a direita


Foi durante o  Governo Lula que Daniel registrou com provas contundentes os passos que envolvem figurões com irregularidades.

A sede da União Química em Brasília foi palco de uma discussão que culminou com a demissão de Daniel e que gerou um Inquérito Policial na 33ª DP em Santa Maria - DF.

Na segunda feira dia 26 de julho, eu Edson Sombra, fui ao encontro do irmão de Daniel no Condomínio Residencial Santos Dumont onde fui recebido por Cláudio Tavares.

Cláudio estava indignado com a reportagem veiculada pela Revista Veja onde Agnelo apontava seu irmão como chantagista. Na semana seguinte, a mesma revista publicava uma reportagem baseada nas informações deste blog, onde era confirmado que Daniel estava lotado na Administração de Brasília nomeado pelo próprio governador Agnelo dos Santos Queiroz Filho.

Cláudio então preocupado com a vida de seu irmão, resolveu contar toda uma história que o envolvia com o atual governador Distrito Federal, Tadeu Filipelli seu vice, um parlamentar da Câmara Federal e outros personagens que chegam a encostar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Cláudio é um bem sucedido empresário do ramo de pizzarias com três lojas, uma em Valparaíso, outra em  Santa Maria e no Gama - DF “Pizzaria Pança”.

Em conversa, Cláudio prometeu que marcaria uma entrevista a ser gravada em áudio e vídeo com a presença de seu irmão fora de Brasília.

O encontro aconteceu próximo a uma padaria que fica em frente a uma de suas pizzarias, que no momento se encontrava fechada. Entre um cafezinho e outro, ele revelou fatos que  causam um misto de perplexidade e revolta.

Na padaria, Cláudio, irmão de Daniel, relatou detalhes do que pode ser a ponta de um iceberg que envolve o ainda governador Agnelo dos Santos Queiroz Filho na prática de possíveis atos criminosos quando exercia o cargo de diretor da Anvisa:

A conversa:


Cláudio -
“Você não conhece Agnelo, você sabia que quando era marcada uma fiscalização na sede da União Química o Agnelo comunicava a eles?”.


Cláudio diz que seu irmão anda muito angustiado, pois não merecia ser tratado como vinha sendo por todos...

Perguntamos então porque Daniel sumiu durante a campanha entre um e outro turno?

Cláudio -
“Naquela época, ele queria falar tudo, queria entregar além de todos os documentos que tem, um vídeo que ele fez pelo telefone que usava, mas as primeiras pessoas que ele procurou não demonstraram interesse”.

Cláudio vai detalhando toda a história entre um café e outro. Em certo momento, ele relata a história de um carro que foi doado pela União Química a pedido de Agnelo a um Padre.

Perguntamos qual era o nome do Padre?

Cláudio -
“Só um minutinho”.

Do seu telefone, ele liga para o irmão Daniel e informa que o Padre é de Taguatinga e o carro era preto.

Cláudio -
“ Um dia, ele (Daniel)  foi levar R$70.000,00 na casa de Agnelo e este lhe pediu que o acompanhasse até a biblioteca. Você sabia que aquela casa tem um subsolo? É lá que fica a biblioteca de Agnelo. Foi lá que ele (Daniel) a pedido de seu ex-patrão (Fernando Marques) gravou Agnelo recebendo o dinheiro. Tudo o que Agnelo fazia envolvendo a União (Química), envolvia dinheiro. É fácil ver como meu irmão e ele se falavam durante o período em que ele (Agnelo) era Diretor da Anvisa, é só quebrar o sigilo telefônico. Você sabia que teve uma licitação no Ministério da Saúde que iam participar só duas grandes empresas, na documentação exigida, constava um documento que tinha que ser fornecido pela Anvisa, Agnelo só forneceu o da União Química, o da outra empresa só saiu depois da licitação. ”

Perguntamos o nome da empresa e ele diz que a empresa é de Anápolis.

Cláudio -
“Certa vez ouve um acerto de um dinheiro entre ele (Daniel) e Agnelo e faltou R$5.000,00, Agnelo disse que precisava do dinheiro, Daniel então transferiu de sua conta para a conta de Agnelo os R$5.000,00 e tem o recibo da transferência”.

Perguntamos: Ele tem foto com Agnelo?

Cláudio -
  “Não, ele tem foto com o Fernando (Proprietário da União Química)  e o Presidente Lula, na época em que se estava trabalhando para implantação aqui da fabrica de insulina. Na campanha, o Dr. Fernando montou uma bomba de gasolina lá no Núcleo Bandeirante que era só para abastecer os carros da campanha do PT, foi muito dinheiro... Lá ainda tem as marcas da bomba.”

Perguntamos a ele porque  o irmão havia sumido no período eleitoral?

Cláudio -
“Ele queria um dinheiro, pediu dois milhões, ofereceram setecentos mil, ele precisava do dinheiro para sair de Brasília. Ninguém topou. Na época um amigo meu, muito amigo meu, que foi candidato a Deputado Distrital, eu contando esta história para ele, ele disse: porque você não fala com Tadeu Filipelli? E eles se encontraram (Filipelli e Daniel). Daniel me disse que Filipelli respondeu a ele: Não é hora de mexer com isso ainda. E nunca mais apareceu.”

Cláudio -
“Mas Daniel não repassou dinheiro só para Agnelo não. Tem uma mulher que ficou no lugar de Agnelo na Anvisa, que também participava.”

Perguntei-lhe porque Daniel sumiu da imprensa depois de ter dado entrevistas a jornalistas?

Cláudio -
“Ele foi ameaçado pelo Valmir”.

Perguntamos que Valmir?

Cláudio -
  “Valmir, Valmir Amaral” referindo-se ao ex-senador Valmir Amaral.

Mais a frente relata a doação de R$200.000,000 que segundo Cláudio, Daniel recebeu a determinação de depositar R$100.000,00 na conta da empresa “Gabinete C”, da irmã do ex-governador Paulo Octávio e de R$100.000,00 em uma das contas do Jornal da Comunidade do empresário Ronaldo Junqueira.

Perguntado por que do depósito?

Cláudio -
  “É sobre o negócio lá do lote de PróDF, são sete lotes, três de um lado e quatro de outro. Não é um lote só, mas fecharam a rua que passava entre eles, no papel são sete lotes, mas na verdade é um lote só. Rapaz! A exigência para liberação dos lotes, dava mil trezentos e poucas pessoas, parece que era 1500, mas baixou para seiscentos e poucas pessoas, seiscentos e cinquenta acho. É só pegar a documentação lá.”

Cláudio -
“Teve um documento desse que ele deixou na mão do Valério, ele entregou ao Valério, o Dr. Valério, mas ele não quis negociar... Achou muito dinheiro... Teve uma vez sabe, que um deputado de Minas pegou um pacote de R$100.000,00 de passagens aéreas da Câmara e vendeu para o Dr. Fernando, até a esposa dele viajou para a Europa com essas passagem. Ela, ele e mais um bocado de gente.” Veja abaixo o documento que o irmão do Daniel se refere e que o blog teve acesso.



Entre um café e outro, Cláudio irmão de Daniel Almeida Tavares contava detalhes que se investigados pelas autoridades competentes, serão facilmente comprovados.

Cláudio -
“Este mesmo Deputado, de uma só vez,  ganhou da União (Química) três Carros, um deles, quando ele viajava nele capotou e foi perca total, o seguro foi pago em nome da União e depois repassado para o deputado.”

Parecia que o filme ia passando na cabeça de Cláudio, que relatava como se estivesse revivendo os fatos e faz uma revelação:

Cláudio -
“Você sabia que o Dr. Alcoforado recebeu R$500.000,00 para defender Agnelo na ação contra o ex-senador Roriz e Gim Argello? O dinheiro foi pago ao Dr. Alcoforado pelo laboratório BIOLAB.”

Cláudio -
“É... Dizem que o Daniel é chantagista, mas não é.”

Perguntamos quando então poderíamos falar pessoalmente com Daniel? Cláudio pediu alguns dias enquanto ele colocava a cabeça no lugar e enquanto chegavam todos os extratos bancários de sua conta corrente, para provar as transferências eletrônicas e diz: “Quem foi lá pedir foi até eu, porque o Daniel está devendo no banco sessenta e poucos mil reais.”

Cláudio -
“Certa vez ia ter uma fiscalização na União Química e tinha uns produtos que são fabricados aqui, mas não tem liberação da Anvisa para serem fabricados aqui, Agnelo ligou, botaram as caixas de remédios dentro dos caminhões baú, como se estivessem de passagem por Brasília, depois que a fiscalização foi embora, Agnelo ligou desesperado querendo receber o dele. Tá tudo provado, é só quebrar o sigilo do celular.”

Cláudio –
“Certa vez Fernando mandou vender uns carros lá na Cidade dos Automóveis, a loja parece que é Wilson Automóveis ou Willian Automóveis, o dinheiro foi depositado na conta de Daniel e depois repassado a Agnelo. É muita coisa que ele tem para contar, mas ele só vai falar com você, não quer mais falar com ninguém. Principalmente com aquele da Época.”

Perguntamos qual da Época?

Cláudio -
  “Ele não cumpriu com o Daniel, pegou todo o material do Deputado e não fez a matéria. Ele contou tudo sobre o Agnelo, mas queria que saísse primeiro a matéria do Deputado.”

Cláudio -
“Sê vai lá na União que tem uma estrada, é uma entrada independente, ela foi construída só para a entrada do Dr. Fernando. Daniel entregou para Maria de Lourdes R$ 200.000,00”.

Pergunto: Que Maria de Lourdes?

Cláudio -
“ Maria de Lourdes Abadia, aquela que foi candidata agora.”

Cláudio -
“Saiu na revista que Daniel era fantasma. Ele fez curso na escola de governo, ele ia trabalhar todos os dias. Teve um dia que ele falou para o Messias, - As revistas estão me procurando, querem falar comigo -  Messias respondeu: Deixa esse povo prá lá, não fala com eles não... Como é que ele era fantasma?”

Perguntamos por que a esposa de Daniel e não tomou posse no cargo para o qual foi nomeada no Governo do Distrito Federal?

Ele disse que ela não ia se meter nessa história e ia cuidar do salão de beleza que ela tem.

Ficamos combinados de marcarmos um novo encontro. Desta vez pediu para ser filmado fora de Brasília, onde iria gravar em vídeo toda a história antes de ir depor no Ministério Público.

Ontem, domingo 31/07/2011, depois de inúmeras tentativas em falar com Cláudio durante a semana, os irmãos sumiram...

Fonte: Redação – Blog do Edson Sombra

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

AINDA EXISTEM JUÍZES, GRAÇAS A DEUS "É necessário enxergar a verdade sobre o mundo e sobre nós mesmos, ainda que ela nos incomode e nos seja desagradável."

Agora virou moda em Brasília, calaram os jornais  alternativos por força da inanição e como  não conseguiram cooptar todos os blogs, integrantes do desgoverno do Distrito Federal recorrem ao Judiciário na tentativa de imprimir a mordaça.

O primeiro agraciado com o “convite” a responder judicialmente  foi o semanário DF Notícias que ainda na campanha de 2010, alertava os brasilienses da conduta do candidato a governador.  Nas três ações ajuizadas por Agnelo dos Santos Queiroz Filho, o DF Notícias ganhou todas no Judiciário. De lá prá cá, várias ações foram ajuizadas contra todos que diferem de parte da grande mídia,  não se calam.

Dentre os  jornalistas que irão ao TJDFT responder ações estão,  Alcir Colaço do Tribuna do Brasil,  Mino Pedrosa do QuidNovi  e o recordista é o blogueiro Donny Silva, agraciado com duas representações, uma Queixa-Crime e uma Interpelação Judicial.

Vamos seguir o Novo Caminho sem volta, não vamos entrar pela trilha do silêncio,  pois no Judiciário do Distrito Federal ainda existem juízes, graças a Deus.


Fonte: Redação - Blog do Edson Sombra

AGOSTO, NOS EXTREMOS DOS DOIS PODERES

São duas praças, dois palácios. No Planalto, combate-se a corrupção, com Dilma cada vez mais enérgica. No Buriti, Agnelo prefere agir como um avestruz e enfiar a cabeça na terra
 
Da Redação com Leonardo Mota Neto
 
foto: Blog José Seabra
E agosto - que sempre foi um mês azíago na politica brasileira - começou. Historicamente são trinta dias de definição de um ano inteiro. Um semestre se passou e se vislumbra a reta final, motivando as tensões, a ansiedade e as paixões.

O segundo semestre é o campo ideal que muitos  políticos da base governista, seja a nível federal ou local, esperam para enfim realizar suas expectativas de tirar proveito do que se convenciou chamar defender o governo.


Teoricamente é o tempo da colheita, em que aliados seriam recompensados das demonstrações de fidelidade à presidente e aos governadores em votações, obras e atos. Se sempre foi assim, e a história não nega, por que não seria também agora?


Há tempo para plantar, tempo para colher. É dando que se recebe. A política brasileira com seu avental de cinismo é regida indistintamente por toques bíblicos e místicos, a justificarem a paciência com que todos os praticantes do culto aguardam o tempo da posse de sua recompensa em terra.


Esse tempo seria o segundo semestre, agosto à frente. Mas, se a presidente Dilma pensa exatamente o contrário, não se deve acreditar que o mesmo se cogite a nível de Brasília, por exemplo.


Enquanto a presidente pensa em desequilbrar um dos pêndulos do sistema politico tupiniquim, cogitando quebrar uma de suas pernas, a sevícia dos cofres do Estado, tornada comum nos últimos governos, não se vê o mesmo interesse da parte de Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal.


Por querer mudar um velho e contagiante ranço, Dilma é ameaçada, é alvo da revolta das bases enfurecidas, que prometem dar o troco. Quando? Em agosto. Querem endurecer as votações. Derrotá-la, fazê-la voltar ao aprisco dos saqueadores.


Dilma resolveu bater de frente contra a corrupção. Mas, e Agnelo?


No Congresso Nacional, a base governista palmilha a idéia de se juntar à oposição para convocar a CPI do Dnit. Erro histórico da base uma vez que a CPI, se vier, beneficiará exatamente a presidente Dilma, e não o ex-presidente Lula ou a todos os coniventes com a corrupão.


Contradições, perplexidades, e uma certeza: agosto chegou não com a chave do paraíso, mas com a espada da limpeza ética processada agora em outros ministérios. A nível federal, claro, pois pelas cercanias do Palácio do Buriti não há indícios de mudanças. Sombras negras continuam pairando sobre a capital da República. E Agnelo não se mexe.


Há quem sustente que, até o banimento do último corrupto, a presidente não sossegará. Não é um gesto episódico, porém a convicção de que é isto o que deseja a sociedade. Dilma escolheu expressar a sociedade, não um grupo instalado no poder. Logo, está banindo a corrupção.


E vai continuar. Não mais pode voltar atrás. Não é mais uma questão de ouvir os "sensatos" tipo Gilberto Carvalho, Nelson Jobim, Michel Temer. O jogo agora é de uma revolução cultural dentro do próprio governo. Pela primeira vez, em muitos anos, roubar passou a ser coisa feia. E que dá demissão e cadeia.


A presidente Dilma pensa assim. E está fazendo justamente o que pensa. Já em Brasília, o governador Agnelo Queiroz, com seu olhar lânguido, cada vez mais abatido, ele mesmo alvo de inúmeras denúncias, parece preferir vestir a capa do avestruz. E vai enfiando cada vez mais a cabeça na terra para fugir dos problemas políticos que cercam sua administração.

Fonte: Blog do José Seabra
Blog do Edson Sombra

AGUARDAMOS QUE O TSE CUMPRA O PROCEDIMENTO EXEMPLAR DO TRE/DF 'CASSAÇÃO IMEDIATA - BRASÍLIA ESTA DE OLHO'


Fonte: Correio Braziliense - 1º de Agosto de 2011.

MOVIMENTO PETIÇÃO PÚBLICA PEDE A CASSAÇÃO DE BENÍCIO TAVARES



MOVIMENTO PETIÇÃO PÚBLICA PEDE A CASSAÇÃO DE BENÍCIO TAVARES Publicado em 26/05/2011 – O MOVIMENTO FICHA LIMPA TEM COLABORADO PARA QUE O DF SE LIVRE DOS MAUS POLÍTICOS QUE SÓ TEEM ENVERGONHADO A CIDADE.

CONFIRA MENSAGEM DO MOVIMENTO:

Participem da Petição Pública pedindo a cassação de Benício Tavares!

“ENTREM” NOS LINKS E REPASSEM A TODOS QUE PUDEREM:

Pedimos que o STF/Supremo Tribunal Federal, TSE/Tribunal Superior Eleitoral, CLDF/Câmara Legislativa do Distrito Federal e a todo cidadão de bem de Brasília que mantenha o pensamento do TRE/DF da cassação do deputado distrital Benício Tavares PMDB) e que também lhe tire o registro dos votos obtidos visto os mesmos estarem viciados para as eleições de 2010.

Abaixo-assinado a favor da cassação imediata pelo TSE do Deputado Distrital Benício Tavares da Cunha Mello.

Contamos com todos amigos e cidadãos de bem desta capital.

Senhoras e senhores da indignação, saibam que surpreendentemente o pai da defesa do vagabundo, o nobre Senador Rodrigo Rollemberg, tem um projeto transitando no Congresso Nacional que fala em voto destituinte, ora, vamos colaborar, votem no Abaixo-Assinado/Petição Pública:



Este é o principio do voto destituinte. Doce controvérsia…!!!

Voto destituinte nada mais é que o direito de tirar do mandato via opinião pública, políticos como esse indesejável e inescrupuloso indivíduo.

Doentes de câncer do HUB, não recebem quimioterapia.


A várias semanas  todos os blogs e demais veículos de comunicação  estão noticiando a falência da saúde pública no DF, somente esta semana fizemos uma série de matérias falando do estado de calamidade e desumanidade com que os pacientes são submetidos.

Hoje domingo, mais uma vez temos o dever de descrever a triste situação que se encontram os doentes internados em um hospital público, mantido pelo Governo Federal através da UNB. Desta vez vamos relatar a situação de descaso que se encontram os doentes de câncer no HUB é incrível estas pessoas que tem suas  vidas por um fio e não poderem ter o principal remédio para combater esta doença terrível que assola todo mundo o câncer.

No Hospital Universitário os pacientes tem que ter muita paciência e rezarem para não terem sua doença progredida ou até mesmo morrerem pois não recebem as sessões necessárias de quimioterapia. Caso seja necessária uma intervenção cirurgica apesar da boa vontade dos profissionais antes de marcar a operação é preciso ver se tem o material necessario já que muitas vezes falta. 

O Hospital que está em péssimas condições por falta de manutenção e por ser um dos mais antigos sofre a falta de medicamentos, o mobiliário é antigo e os pacientes tem que aguardar em bancos de madeira. Apesar das reformas que estão sendo feitas ainda falta muito para que o local tenha instalações adequadas.

Enquanto isso a população vai tentando sobreviver e aguardar uma atitude do poder público para que a situação melhore pois no ritmo que esta indo muita gente não poderá desfrutar dos impostos pagos para construção do Estádio Nacional de Brasília dentre outras grandes obras monumentais que serão erguidas até a Copa do Mundo de 2014.

Fonte: Blog do Cafézinho

Nas contas dos ladrões federais, 1 milhão de dólares já parece dinheiro de troco

Nos anos 80, a capa dos sonhos de todo os diretores e editores de VEJA seria magnificamente singela. Para o resumo da ópera, bastaria uma pilha de cédulas verdes com o rosto de Benjamin Franklin sublinhando a chamada formada por cinco palavras e um algarismo:

COMO GANHAR 1 MILHÃO DE DÓLARES

Valorizada por acrobacias gráficas ou manuscrita por Lula com uma Bic, a chamada para a reportagem de capa pareceria igualmente irresistível até aos olhos dos bebês de colo e dos napoleões-de-hospício. Nas bancas ou nas portas dos assinantes, cada exemplar seria disputado a socos e pontapés por gente disposta a tudo para conhecer a fórmula que ensinava a ficar milionário ─ em moeda americana ─ sem dar o golpe do baú, dar um golpe na praça ou ganhar na loteria.


Passados menos de 30 anos, essa capa talvez fizesse menos estardalhaço que um comício do PCdoB. No Brasil deste começo de século, conseguir 1 milhão de dólares parece menos complicado que subir o Corcovado de trenzinho. Nada a ver com a crise econômica dos Estados Unidos, nem com o risco de calote, muito menos com a enganosa musculatura do real. O que transformou essa quantia em dinheiro de troco foi o tsunami de bandalheiras que devasta o Brasil.

 As cifras astronômicas movimentadas pelas quadrilhas especializadas no assalto aos cofres públicos informam que juntar 1 milhão de dólares é coisa de gatuno aprendiz. Ladrão federal que se preza fatura mais que isso com qualquer negociata de baixo calibre. As organizações criminosas da classe executiva não se contentam com pouco. Cresceram em tamanho, sofisticação, safadeza e atrevimento. As contas agora são feitas em bilhões.


Os bandos envolvidos na roubalheira incomparável agrupam ministros de Estado e funcionários do segundo escalão, figurões de estatais e “laranjas” obscuros, jornalistas iniciantes ou em fim de carreira, donos de partidos, senadores e prefeitos, deputados e vereadores, empresas portentosas e consultorias de fachada. Mobilizam, além dos chefes, as mulheres, os filhos, parentes próximos ou distantes, amigos ou agregados. Há centenas, milhares de larápios em ação. Há bilhões de sobra à espera dos delinquentes.


Na edição da semana passada, VEJA divulgou os espantosos resultados da maior auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União no sistema de compras do governo federal. Depois de esquadrinhar 142.000 contratos celebrados na Era Lula, envolvendo gastos superiores a R$ 100 bilhões, o TCU encontrou mais de 80 mil irregularidades. As somas surrupiadas ultrapassam R$ 10 bilhões. Tudo é superlativo no Brasil Maravilha registrado no cartório. Sobretudo a ladroagem institucionalizada, adverte o conjunto de informações perturbadoras divulgadas neste fim de semana.


As obras em andamento sob a supervisão do Dnit, segundo o Estadão, sofreram acréscimos de preços que chegam a R$ 2,2 bilhões. Demitido pelas patifarias que andou cometendo no Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Oscar Jucá, irmão do líder do governo no Senado, garantiu a VEJA que os casos de corrupção na sigla envolvem o ministro da Agricultura, Wagner Rossi. A revista IstoÉ revelou que em 2010, em troca de doações ao PP, três grandes empreiteiras embolsaram R$ 2,7 bilhões liberados ilegalmente pelo Ministério das Cidades.


A Folha conferiu tonalidades ainda mais escuras ao aluvião de más notícias com a descoberta de que a Procuradoria-Geral da Justiça Militar investiga a participação de generais do Exército em convênios fraudulentos celebrados com o Departamento de Infraestrutura de Transportes. O Dnit, de novo, agora ameaçando arrastar para o pântano oficiais de alta patente. Decididamente, as coisas foram longe demais.


Cadê a indignação dos brasileiros que pagam todas as contas e bancam todos os prejuízos?, perguntou na semana passada a Carta ao Leitor. “Só a mobilização forte e permanente da sociedade”, alertou o editorial de VEJA, “obrigará a Justiça e os políticos a tomar medidas sumárias para limpar a administração pública dos ladrões, colocá-los na cadeia ─ sim, na cadeia ─ e fazê-los devolver as quantias roubadas ao Erário”. A entrada do Exército no noticiário político-policial era o sinal vermelho que faltava. Ou o Brasil reencontra a capacidade de indignar-se ─ e reage imediatamente ─ ou nunca passará de um arremedo de nação.

Fonte: Blog do Augusto Nunes - VEJA

Sobre Jucá, diretorias financeiras, Sodoma e Gomorra

Líder de todos os governos desde que as caravelas de Pedro Álvares Cabral aportaram em Porto Seguro, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) não perde tempo. Ganha.

No tabuleiro em que é jogado o jogo dos cargos, é fácil identificar as peças movidas por Jucá. 

Normalmente, são as que estão mais próximas do cofre.

Na Conab, estatal de aba$tecimento da pasta da Agricultura, Jucá acomodara o irmão Oscar Jucá Neto, o Jucazinho, na diretoria financeira. Deu chabu.

No organograma de Furna$, Jucazão enfiou o “afilhado” Luiz Hamann. Onde? Ora, na diretoria financeira.

A predileção de Jucá pelos postos que vêm junto com o segredo do cofre é espantosa. Mais surpreendente, porém, é a facilidade com que o senador é atendido.

Fica-se com a impressão de que os presidentes, um após o outro, enxergam no líder eterno um político que, por altruísta, prioriza o saneamento das finanças de estatais.

Quem ouve o diagnóstico pronunciado por Jucazinho depois que sua cabeça foi apartada do pescoço –Na Agricultura “só tem bandido”— desespera-se.

A platéia começa a ter saudades dos tempos em que a humanidade era mais pura, como em Sodoma e Gomorra.

Fonte: Blog do Josias de Souza - FOLHA

CHARGE DO Sponholz 'FAXINA DA DILMA'

BLOG DO DONNY SILVA REVELA COMO CHEFE DA UAG DA SES MANIPULOU LICITAÇÃO QUE FAVORECEU EMPRESA DE EX-DEPUTADO

HENRIQUE VOIGT FIGUEIREDO,  CHEFE DA UAG DA SECRETARIA DE SAÚDE DO DF, MANIPULOU LICITAÇÃO QUE BENEFICIOU EMPRESA LIGADA AO EX-DEPUTADO DISTRITAL  CESAR LACERDA

Em dois anos e meio, este blog  já fez várias denúncias de corrupção e injustiças que atingem o Distrito Federal. Muitas denúncias aqui postadas, viraram inquéritos e processos. Antes mesmo da deflagração da Operação Caixa de Pandora, o blog já alertava sobre negociatas que ocorriam nos bastidores do Buritinga no governo de Arruda. De 2009 para cá, denunciados foram investigados, afastados, processados e outros, exonerados. Mas tem gente que ainda se mantém no cargo e outros vão além: fazem  ”acordos” e atuam  como verdadeiros “despachantes” de empresas ligadas a políticos, e adoram contratos emergenciais, inclusive no governo de Agnelo Queiroz (PT).

Como é de conhecimento público, o governador Agnelo Queiroz (PT) rompeu contrato que o GDF mantinha com a Real Sociedade Espanhola, que fazia a gestão do Hospital de Santa Maria (foto). Desde então, o GDF passou a ser o gestor do HRSM.

Dentro de sua gestão, a Real Sociedad mantinha convênios e contratos com diversas empresas. Entretanto, um fato curioso chamou a atenção do blog: uma empresa que trabalhava havia dois anos prestando serviços de segurança no HRSM, foi surpreendida por uma ação ousada  e criminosa, envolvendo o chefe da UAG da Secretaria de Saúde do DF,  Henrique Voigt Figueiredo, que favoreceu empresa ligada ao ex-deputado distrital César Lacerda, a Lema Segurança.

Voigt não gostou quando o blog denunciou o fato e levantou algumas dúvidas sobre o real motivo que o levou a assinar contrato emergencial com a empresa Lema Segurança.

A empresa City Service, que prestava o serviço no HRSM, contratada pela então gestora do HRSM, a Real Sociedade, foi deliberadamente expurgada do licitação que elegeu a Lema vencedora do emergencial. A City Service fez uma série de questionamentos à SES e sem respostas claras, ingressou com Mandado de Segurança (104734-3/2011) contra o Chefe da Unidade de Administração Geral da Central de Licitações da Secretaria de Saúde do DF.

Luis Guilherme Queiroz Vivacqua, Chefe da Assessoria Jurídica Legislativa da Secretaria de Saúde do DF, recebeu oficio (2315/2011-GAB/PROCAD) do Procurador Coordenador da PROCAD, Ewerton Azevedo Mineiro, que lhe deu 72 horas para que desse esclarecimentos sobre o assunto.

Acompanhe a cronologia dos fatos:

11/01/2011 – A empresa City Service recebe notificação de Elton Luiz Berça, interventor substituto do HRSM e funcionário da Secretaria de Saúde do DF. Teor da notificação: “SES vai contratar emergencial pelo prazo de 180 dias (…) será enviado a minuta contratual para assinatura…”

09/02/2011 – Relatório e levantamento efetivo – 104 vigilantes (Eneida Borges – HRSM); 87 vigilantes (Neila Maria – Gerente da Gerência de Serviços Gerais – SES).

10/02/2011 – Ofício 135/2011/HRSM/SES/DF


“Ao Sr Henrique Voigt Figueiredo – Chefe da UAG, solicitando a contratação emergencial com os quantitativos redimensionados, conforme a necessidade do HRSM e o contrato 022/2099 (City Service) a fim subsidiar a elaboração do Projeto Básico, se necessário. “…INFORMAMOS QUE A EMPRESA CITY SERVICE SEGURANÇA LTDA, PRESTA OS SERVIÇOS OBJETO DO REFERIDO CONTRATO, DE FORMA SATISFATÓRIA, ATENDENDO A NECESSIDADE DESTA UNIDADE, CONFORME CONTRATO 022/2009 .(Assinado por José Aramir Padilha de Castro, interventor do HRSM)

17/02/2011 – Solicitação de autuação de processo (SES) – Interessado: HRSM – Contratação de Vigilância Armada e desarmada (Assinado por Henrique Voigt Figueiredo, Chefe da UAG da SES. – PROJETO BÁSICO (SEM DATA): ITEM 2.2 – “A contratação será feita em caráter de emergência, por um período de 180 dias, haja vista a necessidade de substituição dos serviços ora prestados pela City Service Segurança, por meio de contrato número 022/2009, vencendo em 21 de abril de 2011“.

10/03/2011 – Entrega da proposta da empresa OMNI endereçada à UAG – Diretoria de Apoio às Unidades – Att. Murillo Miguel Nunes da Silva – Diretor de Apoio às Unidades – Substituto. Ref.Ofício 049/2011 – DIAU/UAG/SES
 - Que ofício?
- Não existe ofício nenhum!
- Caso exista, por que a empresa City Service não recebeu também (uma vez executora idônea dos serviços em questão)?

18/03/2011 – Entrega da proposta da empresa Brasília Segurança endereçada ao Diretor de Apoio às Unidades, Murillo Miguel Nunes da Silva – Substituto.
Ref. Ofício 051/2011 – DIAU/UAG/SES
- Que ofício?
- Não existe ofício!
- Caso exista, por que a empresa City Service não recebeu também ?

01/04/2011 – Entrega de proposta comercial da empresa Ipanema, ‘cotação de preços’, endereçada à Unidade de Administração Geral – Diretoria de Apoio às Unidades.
- Não menciona nenhum ofício;
- Como ficou sabendo da solicitação?
- Adivinhou que havia uma solicitação de contratação emergencial, bem como o quantitativo dos postos explanados em sua proposta?
- Por que não solicitaram proposta para a City Service?

13/04/2011 – Publicação de contratação emergencial no DODF para apresentação das propostas às 1oh do próprio dia 13.
- Carta da empresa Brasília Segurança, apresentando a documentação para habilitação exigida no DODF. “…Ressaltamos que nossa proposta foi apresentada anteriormente, conforme cópia anexa”. (Assinado pelo diretor superintendente Mauro Cesar Alves Lacerda
- Como é possível (e aceita) uma proposta apresentada antes da publicação? PUBLICAÇÃO DO EMERGENCIAL EM 13/04/2011 e PROPOSTA APRESENTADA EM 18/03/2011

18/04/2011 – Apresentação da proposta e documentação da City Service
(Valor unitário por Posto, para efeito comparativo dos valores da empresa Lema)
- Posto 24h armado 12×36 …………………….R$15.084,93
- Posto 24h desarmado 12×36…………………R$14.755,18
- Posto 12×36h segunda a sexta (7h às 19h)..R$ 5.242,06
- Posto desarmado 24h segunda a sexta……R$10.820,47

29/04/2011 –  Apresentação da proposta e documentação da empresa LEMA:
Valor unitário por posto
Posto 24h armado 12×36 …………………….R$15.613,84
- Posto 24h desarmado 12×36…………………R$15.531,77
- Posto 12×36h segunda a sexta (7h às 19h)..R$ 5.601,85
- Posto desarmado 24h segunda a sexta……R$11.094,85

Como se percebe, não houve o mínimo de cuidado e interesse de verificar o quantitativo de vigilantes e os valores unitários dos postos para ser observado o princípio da economicidade, pois como se verifica acima, um simples comparativo dos valores unitários dos postos mostra que a proposta da City Service é bem inferior ao da empresa Lema, ligada ao ex-deputado César Lacerda.

20/05/2011 – O Memorando 250/2011/DIAU/UAG/SES, datado de 20/05/2011, autoriza a empresa Lema a assumir a vigilância do HRSM a partir de 21/05/2011. Entretanto, tal memorando não se encontra nos autos do processo, bem como o aludido contrato número 048/2011/SES/DF.

24/05/2011 – A empresa City Service solicita, pela segunda vez, cópia do processo.

21/06/2011 – CONFORME VEICULAÇÃO NO BLOG DO DONNY SILVA, CONSTATA-SE QUE AS EMPRESAS BRASÍLIA E LEMA SEGURANÇA FAZEM PARTE DO MESMO GRUPO ECONÔMICO, E DIVIDEM O MESMO ENDEREÇO. 

27/06/2011 – CORREGEDORIA DA SES – DESPACHO 595/2011-GAB/COR/SES/DF:
- Discrepância com o projeto básico elaborado pelo interventor do HRSM e a SES;
-Quantidade de postos armados e desarmados flagrantemente alterados;
- Projeto básico não seguiu o termo de referência;
- Tanto o projeto básico como o termo de referência não especificam a quantidade efetiva de vigilantes por posto, fazendo com que tal cálculo se desenvolva por conta daquele que analisar tais documentos;
- As duas propostas consideradas válidas apresentam quantitativos diferentes, ou, no mínimo, que refletem insegurança de interpretação em seus cálculos;
- Conforme demonstrativos (itens 70 a 76), percebe-se que os quantitativos apurados, todos sem exceção, são divergentes, o que não se pode servir de parâmetro de comparação, visto que a memória de cálculo deve enfatizar o custo do profissional de per si e não o valor do posto; Tais fatos, se levados a rigidez do cálculo matemático, poderiam inverter o resultado do certame;
- Confederal e Lema Segurança solicitaram vistas ao processo o que anula por sí só. A administração pública jamais poderia ter concedido vistas integrais ao processo;
- A empresa Lema apresentou proposta com valor “inferior” (na verdade, o valor sempre foi superior ao da concorrente City Service), cuja diferença no valor global foi de apenas R$4.594,54 por seis meses. Entretanto, se dividir pelo quantitativo de profissionais sobre o valor para 180 dias ficaria da seguinte forma:
CITY SERVICE – R$2.412.511,18/112 vigilantes/06 meses = R$3.590,05 por vigilante
LEMA – R$2.407.916,64/106 vigilantes/06 meses = R$3.786,03 por vigilante
Aqui se observa que não foram analisadas, em nenhum momento, as planilhas apresentadas pelas duas empresas, encaminhadas com os devidos postos de vigilância e quantitativo de postos, conforme resumo. O chefe da UAG, pelo visto, não analisou as propostas. Apenas verificou o valor global.
- Orientação para que contrato seja anulada

30/06/2011 – Memorando 259/2011 da Corregedoria da SES para o secretário de Saúde:
“…Opinando quanto à nulidade da contratação procedida pela secretaria de estado de Saúde com a empresa Lema Segurança. em virtude das inconformidade apontadas naquele despacho”. (Assinado por Maurício de Melo Passos, Corregedor)

14/07/2011 – Despacho 1644/2011/AJL/GAB/SES da Assessoria Jurídico Legislativa:
“Dentre todas as irregularidade acostados aos autos, outra medida não se impõe, se não a anulação do devido procedimento licitatório (…) Opina pela anulação de todo o certame”.  (Assinado por Patrícia Paim – Assessora especial AJL/GAB/SES

18/07/2011 – Carta à Assessoria Jurídico  Legislativa – AJL:
“Esclarecimentos ao mandado de segurança (CITY SERVICE) à respeito das cópias requeridas (…)  Ademais disso, em razão do que dispôs a D. Corregedoria da Saúde, no despacho n. 595/2011 – GAB/COR/SES/DF, de 27/06/2011 acostado às folhas 422/442 dos autos n. 060.001691/2011, ressalto que será promovida à anulação da contratação emergencial…” (Assinado por Henrique Voigt Figueiredo, Chefe UAG)

20/07/2011 – Publicação no DODF disponibilizando vistas ao processo (5 dias úteis)


20/07/2011 – Solicitação de cópia integral pela empresa Lema, assinado por Paulo César Nogueira Lacerda

21/07/2011 – Documento da empresa Lema Segurança solicitando providências para a publicação do contrato n. 048/2011-SES/DF e o pagamento dos serviços prestados. (Alterou os valores dos postos, consequentemente o valor global da proposta, bem como acrescentou o posto de 24h motorizado que não havia sido cotado na proposta inicial).

Mesmo com toda tentativa da empresa Lema, a proposta da empresa City Service era mais vantajosa para a administração pública.

Proposta original da City Service

- Posto 24h armado 12×36 …………………….R$15.084,93
- Posto 24h desarmado 12×36…………………R$14.755,18
- Posto 12×36h segunda a sexta (7h às 19h)..R$ 5.242,06
- Posto desarmado 24h segunda a sexta……R$10.820,47
Custo Mensal: R$ 385.348,35  Custo por vigilante (106) R$3.635,36

Veja a proposta ALTERADA da Lema Segurança:
- Posto 24h armado 12×36 …………………….R$15.008,99
- Posto Motorizado……………………………..R$16.294,10
- Posto 24h desarmado 12×36…………………R$14.926,93
- Posto 12×36h segunda a sexta (7h às 19h)..R$ 5.169,80
- Posto desarmado 24h segunda a sexta……R$10.662,79
Custo mensal: R$ 386.360,10  Custo por vigilante (106) R$ 3.644,91

Mesmo a empresa Lema Segurança tendo alterado os valores, a proposta da concorrente City Service ainda era menor. Mesmo assim, foi preterida pelo pregoeiro e atual chefe da UAG da SES, Henrique Voigt Figueiredo.

Voigt ainda fez o favor de, mesmo à contragosto,  apurar denúncia feita pelo blog, de que duas empresas, Brasília e Lema Segurança, pertenciam ao mesmo grupo econômico. Forçado a mostrar a verdade dos fatos, o chefe da UAG da secretaria de Saúde confirmou o que o blog alertou: A Brasília Empresa de Segurança e a Lema Segurança, possuem um mesmo procurador: Marcel Diniz Oliveira (CPF 029.034.811-05), e dividem o mesmo endereço comercial: SIA SUL Trecho 06, bloco A lotes 05/15, Brasília-DF.

Mas o Chefe da UAG da secretaria de Saúde do DF, Henrique Voigt, omitiu um dado muito interessante: Em  resposta à Corregedoria da SES, Voigt  afirma que Mauro Cesar Alves Lacerda detém 0,5% de participação societária, juntamente com Eugênio Cesar Alves Lacerda, que também detém 0,5% de participação societária na empresa Brasília Empresa de Segurança Ltda. Mas não diz que é o sócio majoritário, que detém 99% da referida empresa. Já a Lema Segurança,  Voigt afirma que o sócio majoritário é Paulo Cesar Nogueira Lacerda, com 99% de participação societária, e omite quem teria 1% da empresa. É extremamente prudente  o Doutor Rafael se livrar de uma vez por todas do atual Chefe da UAG, antes que apareçam outros escândalos. Afinal, de onde Voigt veio mesmo?…

Confira aqui a ‘bronca’ de Voigt contra o blog que denunciou seu esquema de direcionamento de contrato na secretaria de Saúde do DF:

E agora, Henrique Voigt: “ALUSÕES IRRESPONSÁVEIS”?




Fonte: Publicado em 01/08/2011 por Donny Silva

SAÚDE DO DF NA UTI 'A VERDADEIRA VERGONHA DO NOVO CAMINHO'


Ontem, tive que levar o meu filho à emergência do Hospital Regional da Asa Norte - HRAN pois, o menino estava com febre alta e vomitando. Graças a Deus era apenas um caso de inflamação na garganta e ele tomou uma Bezetacil e fomos para casa. Porém, quando eu estava aguardando atendimento no HRAN constatei que nada mudou desde o ano passado... Pra ter idéia, tinha apenas um atendente na recepção e o Pronto Socorro lotado e chegando mais pessoas!

Quem lê o meu blog ou me segue no Twitter há muito tempo, pode acompanhar a luta da minha família durante a doença do meu pai, falecido em Março desse ano. Meu pai fazia tratamento contra o Câncer ( na garganta ) há 5 anos, no Hospital de Base de Brasília. Durante esse tempo ele fez 3 cirurgias: uma traqueostomia e outras duas para a retirada de tumores que teimavam em reaparecer.

A última vez que surgiu um tumor, o quarto, ficamos à espera de cirurgia quase um ano!
E meu pai só conseguiu retornar aos médicos depois que praticamente tive que apelar ao governador, que apelou ao secretário de saúde , que encaminhou para o Diretor do Hospital, que o encaminhou para o seu médico e que só o atendeu depois que minha mãe idosa insistiu muito e praticamente fez plantão na porta deles até ser atendida. Mas, já era tarde... o câncer já havia se espalhado pelo corpo do meu pai, fora para o pulmão e depois para a cabeça. Não havia mais como fazer uma cirurgia e a quimioterapia e radioterapia só aumentaria seu sofrimento e fragilizaria seu corpo idoso ainda mais.

Ficamos nove meses cuidando do meu pai em estado terminal. Nos últimos 5 meses de sua vida ele teve diversas internações no HRAN para tratar de pneumonias seguidas, embolia pulmonar e outros problemas ocasionados pela doença. A cada internação sofríamos com os problemas do hospital. Mesmo idoso e com câncer ele nunca teve um leito disponível , foi tratado no Pronto Socorro junto com os demais pacientes; geralmente esperávamos quase que uma manhã e uma tarde inteira até que aparecesse uma maca vaga para que ele pudesse ser internado, na triagem cansei de ver pacientes deitados pelo chão do hospital...

Sentia como se estivesse num hospital de campanha em plena guerra, como via nos filmes de TV.
Faltava material como gaze , esparadrapo, fralda geriátrica... A disputa por um lençol limpo era grande , pela manhã. A ponto de que entre as coisas pessoais do paciente, levávamos também esse material para curativos. E por falta de pessoal , cansamos de nós mesmos fazermos os curativos do meu pai no hospital, dar banho, trocar a fralda... dele e de outros pacientes também. 

Vimos naquele PS o descaso com os pacientes moradores de rua. Cheguei a ver um paciente se jogar no chão de tanta dor no meio da madrugada e não ter nenhum enfermeiro lá para ajudar! a limpeza não era das melhores, cheguei a ver baratinhas e outros insetos andando pelas paredes em plena enfermaria... E por incrível que pareça, silêncio para que os pacientes pudessem dormir durante a noite não existia por falta de isolamento acústico com a entrada do PS.

Eu sabia que meu pai não estava tendo o atendimento digno que merecia nos seus últimos dias de vida e sai em busca de alternativa , procurei ajuda. Até que fui informada sobre o Hospital de Apoio       ( Hospital do Câncer) e batalhei para conseguir uma vaga para meu pai seguindo todos os trâmites. Graças a Deus, consegui levá-lo para outro Hospital e a sensação quando chegamos no Hospital de Apoio era como se tivéssemos saído do inferno para o céu. Quanta diferença! Um hospital limpíssimo, atendimento humanizado, leitos com banheiro particular para os pacientes do quarto, sofás para os acompanhantes dormirem e nunca mais fizemos o trabalho dos enfermeiros... Era muito melhor que qualquer hospital particular! E o incrível: Era um hospital público!

Meu pai ficou 15 dias internado no Hospital de Apoio e faleceu . Mas, ao menos , nos últimos dias de vida teve um atendimento digno que todo ser humano merece receber do Estado após uma vida inteira como cidadão e contribuinte e especialmente por ter ajudado a construir a capital do país com o suor do seu rosto, pioneiro que foi.

Soube mais tarde, que um dos Diretores do Hospital é um paciente que está internado lá ( coisa rara no Brasil, onde mesmo os servidores do SUS tem convênios particulares para não serem atendidos em hospitais públicos).  Fico até hoje questionando, por que todos os outros hospitais do DF não podem ser como o Hospital de Apoio? Não é um sonho impossível.

Hoje, tenho uma amiga do "Adote Um Distrital," numa situação grave e que teve que ir à justiça para poder fazer uma cirurgia e ainda está à espera de um relatório pedido pela Defensoria Pública à junta médica do Hospital de Base!
 A desculpa deles para a demora na cirurgia dela é que seu caso não é de morte iminente! Vejam que absurdo! Deve ser porque não é a mãe deles que tá com reincidência de um câncer necessitando de um aparelho que não tem na rede pública para fazer a cirurgia. E o que a gente faz numa hora dessas? E o pior que nossa amiga não é a única...

Deixo um questionamento: Por que com tanto descaso na saúde o povo de Brasília ainda continua calado?

Fonte: Blog da Leili - http://blogdaleili.blogspot.com/